{"id":46773,"date":"2020-11-13T12:56:22","date_gmt":"2020-11-13T15:56:22","guid":{"rendered":"http:\/\/r3epi.com.br\/r3epi\/?p=5512"},"modified":"2020-11-13T12:56:22","modified_gmt":"2020-11-13T15:56:22","slug":"nr-29-seguranca-e-saude-no-trabalho-portuario","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/vps298.e-consulters.com.br\/template2025\/blog\/nr-29-seguranca-e-saude-no-trabalho-portuario\/","title":{"rendered":"NR 29. Norma Regulamentadora de Seguran\u00e7a e Sa\u00fade no Trabalho Portu\u00e1rio"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-pdfemb-pdf-embedder-viewer\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong><a href=\"https:\/\/vps298.e-consulters.com.br\/template2025\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/nr-29.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Fa\u00e7a o download da NR 29 Norma Regulamentadora de Seguran\u00e7a e Sa\u00fade no Trabalho Portu\u00e1rio<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Portarias de Altera\u00e7\u00e3o:<br>Portaria SSST n.\u00ba 53, de 17 de dezembro de 1997 29\/12\/97<br>Portaria SSST n.\u00ba 18, de 30 de mar\u00e7o de 1998 02\/04\/98 (Rep. 03\/09\/98)<br>Portaria SIT n.\u00ba 17, de 12 de julho de 2002 12\/07\/02<br>Portaria SIT n.\u00ba 158, de 10 de abril de 2006-05-10 17\/04\/06<br>NR 29 &#8211; NORMA REGULAMENTADORA DE SEGURAN\u00c7A E SA\u00daDE NO TRABALHO PORTU\u00c1RIO<br>29.l DISPOSI\u00c7\u00d5ES INICIAIS<br>29.1.1 Objetivos<br>Regular a prote\u00e7\u00e3o obrigat\u00f3ria contra acidentes e doen\u00e7as profissionais, facilitar os primeiros socorros a acidentados e<br>alcan\u00e7ar as melhores condi\u00e7\u00f5es poss\u00edveis de seguran\u00e7a e sa\u00fade aos trabalhadores portu\u00e1rios.<br>29.1.2 Aplicabilidade<br>As disposi\u00e7\u00f5es contidas nesta NR aplicam-se aos trabalhadores portu\u00e1rios em opera\u00e7\u00f5es tanto a bordo como em terra,<br>assim como aos demais trabalhadores que exer\u00e7am atividades nos portos organizados e instala\u00e7\u00f5es portu\u00e1rias de uso<br>privativo e retroportu\u00e1rias, situados dentro ou fora da \u00e1rea do porto organizado.<br>29.1.3 Defini\u00e7\u00f5es<br>Para os fins desta Norma Regulamentadora, considera-se:<br>a) Terminal Retroportu\u00e1rio<br>\u00c9 o terminal situado em zona cont\u00edgua \u00e0 de porto organizado ou instala\u00e7\u00e3o portu\u00e1ria, compreendida no per\u00edmetro de<br>cinco quil\u00f4metros dos limites da zona prim\u00e1ria, demarcada pela autoridade aduaneira local, no qual s\u00e3o executados os<br>servi\u00e7os de opera\u00e7\u00e3o, sob controle aduaneiro, com carga de importa\u00e7\u00e3o e exporta\u00e7\u00e3o, embarcadas em cont\u00eainer,<br>reboque ou semi-reboque.<br>b) Zona Prim\u00e1ria<br>\u00c9 a \u00e1rea alfandegada para a movimenta\u00e7\u00e3o ou armazenagem de cargas destinadas ou provenientes do transporte<br>aquavi\u00e1rio.<br>c) Tomador de Servi\u00e7o<br>\u00c9 toda pessoa jur\u00eddica de direito p\u00fablico ou privado que, n\u00e3o sendo operador portu\u00e1rio ou empregador, requisite<br>trabalhador portu\u00e1rio avulso.<br>d) Pessoa Respons\u00e1vel<br>\u00c9 aquela designada por operadores portu\u00e1rios, empregadores, tomadores de servi\u00e7o, comandantes de embarca\u00e7\u00f5es,<br>\u00d3rg\u00e3o Gestor de M\u00e3o de Obra &#8211; OGMO, sindicatos de classe, fornecedores de equipamentos mec\u00e2nicos e outros,<br>conforme o caso, para assegurar o cumprimento de uma ou mais tarefas espec\u00edficas e que possuam suficientes<br>conhecimentos e experi\u00eancia, com a necess\u00e1ria autoridade para o exerc\u00edcio dessas fun\u00e7\u00f5es.<br>29.1.4 Compet\u00eancias<br>29.1.4.1 Compete aos operadores portu\u00e1rios, empregadores, tomadores de servi\u00e7o e OGMO, conforme o caso:<br>a) cumprir e fazer cumprir esta NR no que tange \u00e0 preven\u00e7\u00e3o de riscos de acidentes do trabalho e doen\u00e7as profissionais<br>nos servi\u00e7os portu\u00e1rios;<br>b) fornecer instala\u00e7\u00f5es, equipamentos, maquin\u00e1rios e acess\u00f3rios em bom estado e condi\u00e7\u00f5es de seguran\u00e7a,<br>responsabilizando-se pelo correto uso;<br>c) zelar pelo cumprimento da norma de seguran\u00e7a e sa\u00fade nos trabalhos portu\u00e1rios e das demais normas<br>regulamentadoras expedidas pela Portaria MTb n.\u00ba 3.214\/78 e altera\u00e7\u00f5es posteriores.<br>29.1.4.2 Compete ao OGMO ou ao empregador:<br>a) proporcionar a todos os trabalhadores forma\u00e7\u00e3o sobre seguran\u00e7a, sa\u00fade e higiene ocupacional no trabalho portu\u00e1rio,<br>conforme o previsto nesta NR;<br>b) responsabilizar-se pela compra, manuten\u00e7\u00e3o, distribui\u00e7\u00e3o, higieniza\u00e7\u00e3o, treinamento e zelo pelo uso correto dos<br>Equipamentos de Prote\u00e7\u00e3o Individual \u2013 EPI e Equipamentos de Prote\u00e7\u00e3o Coletiva \u2013 EPC, observado o disposto na<br>NR-6;<br>c) elaborar e implementar o Programa de Preven\u00e7\u00e3o de Riscos Ambientais \u2013 PPRA no ambiente de trabalho portu\u00e1rio,<br>observado o disposto na NR-9;<br>d) elaborar e implementar o Programa de Controle M\u00e9dico em Sa\u00fade Ocupacional &#8211; PCMSO abrangendo todos os<br>trabalhadores portu\u00e1rios, observado o disposto na NR-7.<br>29.1.4.3 Compete aos trabalhadores:<br>a) cumprir a presente NR, bem como as demais disposi\u00e7\u00f5es legais de seguran\u00e7a e sa\u00fade do trabalhador;<br>b) informar ao respons\u00e1vel pela opera\u00e7\u00e3o de que esteja participando, as avarias ou defici\u00eancias observadas que possam<br>constituir risco para o trabalhador ou para a opera\u00e7\u00e3o;<br>c) utilizar corretamente os dispositivos de seguran\u00e7a &#8211; EPI e EPC, que lhes sejam fornecidos, bem como as instala\u00e7\u00f5es<br>que lhes forem destinadas.<br>29.1.4.4 Compete \u00e0s administra\u00e7\u00f5es portu\u00e1rias, dentro dos limites da \u00e1rea do porto organizado, zelar para que os<br>servi\u00e7os se realizem com regularidade, efici\u00eancia, seguran\u00e7a e respeito ao meio ambiente.<br>29.1.5 Instru\u00e7\u00f5es Preventivas de Riscos nas Opera\u00e7\u00f5es Portu\u00e1rias<br>29.1.5.1 Para adequar os equipamentos e acess\u00f3rios necess\u00e1rios \u00e0 manipula\u00e7\u00e3o das cargas, os operadores portu\u00e1rios,<br>empregadores ou tomadores de servi\u00e7o, dever\u00e3o obter com a devida anteced\u00eancia o seguinte:<br>a) peso dos volumes, unidades de carga e suas dimens\u00f5es;<br>b) tipo e classe do carregamento a manipular;<br>c) caracter\u00edsticas espec\u00edficas das cargas perigosas a serem movimentadas ou em tr\u00e2nsito.<br>29.1.6 Plano de Controle de Emerg\u00eancia &#8211; PCE e Plano de Ajuda M\u00fatua &#8211; PAM<br>29.1.6.1 Cabe \u00e0 administra\u00e7\u00e3o do porto, ao OGMO e empregadores, a elabora\u00e7\u00e3o PCE, contendo a\u00e7\u00f5es coordenadas a<br>serem seguidas nas situa\u00e7\u00f5es descritas neste subitem e compor com outras organiza\u00e7\u00f5es o PAM.<br>29.1.6.2 Devem ser previstos os recursos necess\u00e1rios, bem como linhas de atua\u00e7\u00e3o conjunta e organizada, sendo objeto<br>dos planos as seguintes situa\u00e7\u00f5es:<br>a) inc\u00eandio ou explos\u00e3o;<br>b) vazamento de produtos perigosos;<br>c) queda de homem ao mar;<br>d) condi\u00e7\u00f5es adversas de tempo que afetem a seguran\u00e7a das opera\u00e7\u00f5es portu\u00e1rias;<br>e) polui\u00e7\u00e3o ou acidente ambiental;<br>f) socorro a acidentados.<br>29.1.6.3 No PCE e no PAM, deve constar o estabelecimento de uma periodicidade de treinamentos simulados, cabendo<br>aos trabalhadores indicados comporem as equipes e efetiva participa\u00e7\u00e3o.<br>29.2 ORGANIZA\u00c7\u00c3O DA \u00c1REA DE SEGURAN\u00c7A E SA\u00daDE DO TRABALHO PORU\u00c1RIO<br>29.2.1 Servi\u00e7o Especializado em Seguran\u00e7a e Sa\u00fade do Trabalhador Portu\u00e1rio &#8211; SESSTP.<br>29.2.1.1 Todo porto organizado, instala\u00e7\u00e3o portu\u00e1ria de uso privativo e retroportu\u00e1ria deve dispor de um SESSTP, de<br>acordo com o dimensionamento m\u00ednimo constante do Quadro I, mantido pelo OGMO, OGMO e empregadores ou<br>empregadores conforme o caso, atendendo todas as categorias de trabalhadores.<br>29.2.1.1.1 O custeio do SESSTP ser\u00e1 dividido proporcionalmente de acordo com o n\u00famero de trabalhadores utilizados<br>pelos operadores portu\u00e1rios, empregadores, tomadores de servi\u00e7o e pela administra\u00e7\u00e3o do porto, por ocasi\u00e3o da<br>arrecada\u00e7\u00e3o dos valores relativos \u00e0 remunera\u00e7\u00e3o dos trabalhadores.<br>29.2.1.1.2 Os profissionais integrantes do SESSTP dever\u00e3o ser empregados do OGMO ou empregadores, podendo ser<br>firmados conv\u00eanios entre os terminais privativos, os operadores portu\u00e1rios e administra\u00e7\u00f5es portu\u00e1rias, compondo com<br>seus profissionais o SESSTP local, que dever\u00e1 ficar sob a coordena\u00e7\u00e3o do OGMO.<br>29.2.1.1.3 Nas situa\u00e7\u00f5es em que o OGMO n\u00e3o tenha sido constitu\u00eddo, cabe ao respons\u00e1vel pelas opera\u00e7\u00f5es portu\u00e1rias o<br>cumprimento deste subitem, tendo, de forma an\u00e1loga, as mesmas atribui\u00e7\u00f5es e responsabilidade do OGMO.<br>29.2.1.2 O SESSTP deve ser dimensionado, conforme o caso, de acordo com os seguintes fatores:<br>a) no caso do OGMO, pelo resultado da divis\u00e3o do n\u00famero de trabalhadores portu\u00e1rios avulsos escalados no ano civil<br>anterior, pelo n\u00famero de dias efetivamente trabalhados;<br>b) nos demais casos pela m\u00e9dia mensal do n\u00famero de trabalhadores portu\u00e1rios com v\u00ednculo empregat\u00edcio no ano civil<br>anterior.<br>29.2.1.2.1 Nos portos organizados e instala\u00e7\u00f5es portu\u00e1rias de uso privativo em in\u00edcio de opera\u00e7\u00e3o, o dimensionamento<br>ter\u00e1 por base o n\u00famero estimado de trabalhadores a serem tomados no ano.<br>Quadro I &#8211; Dimensionamento m\u00ednimo do SESST<br>N\u00fameros de Trabalhadores Profissionais especializados<br>20 &#8211; 250 251 &#8211; 750 751 &#8211; 2000 2001 &#8211; 3500<br>Engenheiro de Seguran\u00e7a &#8212; 01 02 03<br>T\u00e9cnico de Seguran\u00e7a 01 02 04 11<br>M\u00e9dico do Trabalho &#8212; 01 * 02 03<br>Enfermeiro do Trabalho &#8212; &#8212; 01 03<br>Auxiliar Enf. do Trabalho 01 01 02 04<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>hor\u00e1rio parcial 3 horas.<br>29.2.1.2.2 Acima de 3500 (tr\u00eas mil e quinhentos) trabalhadores para cada grupo de 2000 (dois mil) trabalhadores, ou<br>fra\u00e7\u00e3o acima de 500, haver\u00e1 um acr\u00e9scimo de 01 profissional especializado por fun\u00e7\u00e3o, exceto no caso do T\u00e9cnico de<br>Seguran\u00e7a do Trabalho, no qual haver\u00e1 um acr\u00e9scimo de tr\u00eas profissionais.<br>29.2.1.2.3 Os profissionais do SESSTP devem cumprir jornada de trabalho integral, observada a exce\u00e7\u00e3o prevista no<br>Quadro I.<br>29.2.1.3 Compete aos profissionais integrantes do SESSTP:<br>a) realizar, com acompanhamento de pessoa respons\u00e1vel, a identifica\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es de seguran\u00e7a nas opera\u00e7\u00f5es<br>portu\u00e1rias &#8211; a bordo da embarca\u00e7\u00e3o, nas \u00e1reas de atraca\u00e7\u00e3o, p\u00e1tios e armaz\u00e9ns \u2013 antes do in\u00edcio das mesmas ou<br>durante sua realiza\u00e7\u00e3o conforme o caso, priorizando as opera\u00e7\u00f5es com maior vulnerabilidade para ocorr\u00eancias de<br>acidentes, detectando os agentes de riscos existentes, demandando as medidas de seguran\u00e7a para sua imediata<br>elimina\u00e7\u00e3o ou neutraliza\u00e7\u00e3o, para garantir a integridade do trabalhador;<br>b) registrar os resultados da identifica\u00e7\u00e3o em relat\u00f3rio a ser entregue a pessoa respons\u00e1vel;<br>c) realizar an\u00e1lise imediata e obrigat\u00f3ria &#8211; em conjunto com o \u00f3rg\u00e3o competente do Minist\u00e9rio do Trabalho e Emprego<\/li>\n\n\n\n<li>MTE &#8211; dos acidentes em que haja morte, perda de membro, fun\u00e7\u00e3o org\u00e2nica ou preju\u00edzo de grande monta, ocorrido<br>nas atividades portu\u00e1rias.<br>d) as atribui\u00e7\u00f5es previstas na NR-4 (Servi\u00e7os Especializados em Engenharia de Seguran\u00e7a e em Medicina do Trabalho<br>\u2013 SESMT), observados os modelos de mapas constantes do anexo I.<br>29.2.1.4 O SESSTP disposto nesta NR dever\u00e1 ser registrado no \u00f3rg\u00e3o regional do MTE.<br>29.2.1.4.1 O registro dever\u00e1 ser requerido ao \u00f3rg\u00e3o regional do MTE, devendo conter os seguintes dados:<br>a) o nome dos profissionais integrantes do SESSTP;<br>b) n\u00famero de registro dos componentes do SESSTP nos respectivos conselhos profissionais ou \u00f3rg\u00e3os competentes;<br>c) o n\u00famero de trabalhadores portu\u00e1rios conforme as al\u00edneas \u201ca ou \u201cb\u201ddo subitem 29.2.1.2;<br>d) especifica\u00e7\u00e3o dos turnos de trabalho do (s) estabelecimento (s);<br>e) hor\u00e1rio de trabalho dos profissionais do SESSTP;<br>29.2.2 Comiss\u00e3o de Preven\u00e7\u00e3o de Acidentes no Trabalho Portu\u00e1rio &#8211; CPATP<br>29.2.2.1 O OGMO, os empregadores e as instala\u00e7\u00f5es portu\u00e1rias de uso privativo, ficam obrigados a organizar e manter em funcionamento a CPATP.<br>29.2.2.2 A CPATP tem como objetivo observar e relatar condi\u00e7\u00f5es de risco nos ambientes de trabalho e solicitar<br>medidas para reduzir at\u00e9 eliminar ou neutralizar os riscos existentes, bem como discutir os acidentes ocorridos,<br>encaminhando ao SESSTP, ao OGMO ou empregadores, o resultado da discuss\u00e3o, solicitando medidas que previnam<br>acidentes semelhantes e ainda, orientar os demais trabalhadores quanto a preven\u00e7\u00e3o de acidentes.<br>29.2.2.3 A CPATP ser\u00e1 constitu\u00edda de forma parit\u00e1ria, por trabalhadores portu\u00e1rios com v\u00ednculo empregat\u00edcio por<br>tempo indeterminado e avulso e por representantes dos operadores portu\u00e1rios, empregadores e\/ou OGMO,<br>dimensionado de acordo com o Quadro II.<br>29.2.2.4 A dura\u00e7\u00e3o do mandato ser\u00e1 de 2 (dois) anos, permitida uma reelei\u00e7\u00e3o.<br>29.2.2.5 Haver\u00e1 na CPATP tantos suplentes quantos forem os representantes titulares, sendo a supl\u00eancia espec\u00edfica de<br>cada titular.<br>29.2.2.6 A composi\u00e7\u00e3o da CPATP obedecer\u00e1 a crit\u00e9rios que garantam a representa\u00e7\u00e3o das atividades portu\u00e1rias com<br>maior potencial de risco e ocorr\u00eancia de acidentes, respeitado o dimensionamento m\u00ednimo do quadro II.<br>Quadro II &#8211; Dimensionamento m\u00ednimo da CPATP N\u00ba m\u00e9dio de trabalhadores<\/li>\n\n\n\n<li>20 a 50<br>51 a 100<br>101 a 500<br>501 a 1.000<br>1.001 a 2.000<br>2.001 a 5.000<br>5.001 a 10.000<br>Acima de 10.000  a cada grupo de  2.500 acrescentar  N\u00ba de Representantes Titulares  do empregador 01 02 04 06 09 12 15 02  N\u00ba de Representantes Titulares  dos trabalhadores 01 02 04 06 09 12 15 02<br>29.2.2.7 A composi\u00e7\u00e3o da CPATP ser\u00e1 proporcional ao n\u00famero m\u00e9dio do conjunto de trabalhadores portu\u00e1rios<br>utilizados no ano anterior.<br>29.2.2.8 Os representantes dos trabalhadores na CPATP, titulares e suplentes, ser\u00e3o eleitos em escrut\u00ednio secreto.<br>29.2.2.9 Assumir\u00e3o a condi\u00e7\u00e3o de membros titulares os candidatos mais votados, observando-se os crit\u00e9rios dos<br>subitens 29.2.2.6 e 29.2.2.7.<br>29.2.2.10 Em caso de empate, assumir\u00e1 o candidato que tiver maior tempo de servi\u00e7o no trabalho portu\u00e1rio.<br>29.2.2.11 Os demais candidatos votados assumir\u00e3o a condi\u00e7\u00e3o de suplentes, obedecendo a ordem decrescente de votos<br>recebidos, observando o disposto no item 29.2.2 e subitens.<br>29.2.2.12 A elei\u00e7\u00e3o deve ser realizada durante o expediente, respeitados os turnos, devendo ter a participa\u00e7\u00e3o de, no<br>m\u00ednimo, metade mais um do n\u00famero m\u00e9dio do conjunto dos trabalhadores portu\u00e1rios utilizados no ano anterior, obtido conforme subitem 29.2.1.4 desta NR.<br>29.2.2.13 Organizada a CPATP, a mesma deve ser registrada no \u00f3rg\u00e3o regional do MTE, at\u00e9 10 (vinte) dias ap\u00f3s a<br>elei\u00e7\u00e3o, instala\u00e7\u00e3o e posse.<br>29.2.2.14 O registro da CPATP deve ser feito mediante requerimento ao Delegado Regional do Trabalho, acompanhado<br>de c\u00f3pia das atas de elei\u00e7\u00e3o, instala\u00e7\u00e3o e posse, contendo o calend\u00e1rio anual das reuni\u00f5es ordin\u00e1rias da CPATP,<br>constando dia, m\u00eas, hora e local de realiza\u00e7\u00e3o das mesmas.<br>29.2.2.15 O OGMO, os empregadores e\/ou as instala\u00e7\u00f5es portu\u00e1rias de uso privativo designar\u00e3o dentre os seus<br>representantes titulares o presidente da CPATP que assumir\u00e1 o primeiro ano do mandato.<br>29.2.2.15.1 Os trabalhadores titulares da CPATP eleger\u00e3o, dentre os seus pares o vice-presidente, que assumir\u00e1 a<br>presid\u00eancia no segundo ano do mandato.<br>29.2.2.15.2 O representante dos empregadores ou dos trabalhadores, quando n\u00e3o estiver na presid\u00eancia, assumir\u00e1 as<br>fun\u00e7\u00f5es do vice-presidente.<br>29.2.2.16 No impedimento eventual ou no afastamento tempor\u00e1rio do presidente, assumir\u00e1 as suas fun\u00e7\u00f5es o vicepresidente. No caso de afastamento definitivo, os empregadores ou trabalhadores, conforme o caso, indicar\u00e3o o<br>substituto em at\u00e9 2 (dois) dias \u00fateis, obrigatoriamente entre os membros da CPATP.<br>29.2.2.17 A CPATP ter\u00e1 um secret\u00e1rio e seu respectivo substituto que ser\u00e3o escolhidos, de comum acordo, pelos<br>membros titulares da comiss\u00e3o.<br>29.2.2.18 A CPATP ter\u00e1 as seguintes atribui\u00e7\u00f5es:<br>a) discutir os acidentes ocorridos na \u00e1rea portu\u00e1ria, inclusive a bordo;<br>b) sugerir medidas de preven\u00e7\u00e3o de acidentes julgadas necess\u00e1rias, por iniciativa pr\u00f3pria ou indicadas por outros<br>trabalhadores, encaminhando-as ao SESSTP, ao OGMO, empregadores e\/ou as administra\u00e7\u00f5es dos terminais de uso<br>privativo;<br>c) promover a divulga\u00e7\u00e3o e zelar pela observ\u00e2ncia das Normas Regulamentadoras de Seguran\u00e7a e Sa\u00fade no Trabalho;<br>d) despertar o interesse dos trabalhadores portu\u00e1rios pela preven\u00e7\u00e3o de acidentes e de doen\u00e7as ocupacionais e estimul\u00e1los, permanentemente, a adotar comportamento preventivo durante o trabalho;<br>e) promover, anualmente, em conjunto com o SESSTP, a Semana Interna de Preven\u00e7\u00e3o de Acidente no Trabalho<br>Portu\u00e1rio &#8211; SIPATP;<br>f) lavrar as atas das reuni\u00f5es ordin\u00e1rias e extraordin\u00e1rias em livro pr\u00f3prio que deve ser registrado no \u00f3rg\u00e3o regional do<br>MTE, enviando-as mensalmente ao SESSTP, ao OGMO, aos empregadores e a administra\u00e7\u00e3o dos terminais<br>portu\u00e1rios de uso privativo;<br>g) realizar em conjunto com o SESSTP, quando houver, a investiga\u00e7\u00e3o de causas e conseq\u00fc\u00eancias dos acidentes e das<br>doen\u00e7as ocupacionais, acompanhando a execu\u00e7\u00e3o das medidas corretivas;<br>h) realizar mensalmente e sempre que houver den\u00fancia de risco, mediante pr\u00e9vio aviso ao OGMO, empregadores,<br>administra\u00e7\u00f5es de instala\u00e7\u00f5es portu\u00e1rias de uso privativo e ao SESSTP, inspe\u00e7\u00e3o nas depend\u00eancias do porto ou<br>instala\u00e7\u00e3o portu\u00e1ria de uso privativo, dando-lhes conhecimento dos riscos encontrados.<br><br>i) sugerir a realiza\u00e7\u00e3o de cursos, treinamentos e campanhas que julgar necess\u00e1rias para melhorar o desempenho dos<br>trabalhadores portu\u00e1rios quanto \u00e0 seguran\u00e7a e sa\u00fade no trabalho;<br>j) preencher o Anexo II desta NR, mantendo-o arquivado, de maneira a permitir acesso a qualquer momento, aos<br>interessados, sendo de livre escolha o m\u00e9todo de arquivamento;<br>k) elaborar o Mapa de Risco;<br>l) convocar pessoas, quando necess\u00e1rio, para tomada de informa\u00e7\u00f5es, depoimentos e dados ilustrativos e\/ou<br>esclarecedores, por ocasi\u00e3o de investiga\u00e7\u00e3o dos acidentes do trabalho;<br>29.2.2.19 As decis\u00f5es da CPATP dever\u00e3o ocorrer, sempre que poss\u00edvel, por consenso entre os participantes.<br>29.2.2.20 N\u00e3o havendo consenso para as decis\u00f5es da CPATP, dever\u00e1 ser tomada pelo menos uma das seguintes<br>provid\u00eancias, visando \u00e0 solu\u00e7\u00e3o dos conflitos:<br>a) constituir um mediador em comum acordo com os participantes;<br>b) solicitar no prazo de 8 (oito) dias, atrav\u00e9s do presidente da CPATP, a media\u00e7\u00e3o do \u00f3rg\u00e3o regional do MTE.<br>29.2.2.21 Compete ao presidente da CPATP:<br>a) convocar os membros para as reuni\u00f5es da CPATP;<br>b) presidir as reuni\u00f5es, encaminhando ao OGMO, empregadores, administra\u00e7\u00f5es dos terminais portu\u00e1rios de uso<br>privativo e ao SESSTP as recomenda\u00e7\u00f5es aprovadas, bem como, acompanhar-lhes a execu\u00e7\u00e3o;<br>c) designar membros da CPATP para investigar o acidente do trabalho ou acompanhar investiga\u00e7\u00e3o feita pelo SESSTP,<br>imediatamente ap\u00f3s receber a comunica\u00e7\u00e3o da ocorr\u00eancia do acidente;<br>d) determinar tarefas aos membros da CPATP;<br>e) coordenar todas as atribui\u00e7\u00f5es da CPATP;<br>f) manter e promover o relacionamento da CPATP com o SESSTP e demais \u00f3rg\u00e3os dos portos organizados ou<br>instala\u00e7\u00f5es portu\u00e1rias de uso privativo;<br>g) delegar atribui\u00e7\u00f5es ao vice-presidente;<br>29.2.2.22 Compete ao vice-presidente da CPATP:<br>a) executar atribui\u00e7\u00f5es que lhe forem delegadas;<br>b) substituir o presidente nos impedimento eventual ou tempor\u00e1rio.<br>29.2.2.23 Compete ao Secret\u00e1rio da CPATP:<br>a) elaborar as atas da elei\u00e7\u00e3o, da posse e das reuni\u00f5es, registrando-as em livro pr\u00f3prio;<br>b) preparar a correspond\u00eancia;<br>c) manter o arquivo atualizado;<br>d) providenciar para que as atas sejam assinadas por todos os membros do CPATP;<br>e) realizar as demais tarefas que lhe forem atribu\u00eddas pelo presidente da CPATP.<br>29.2.2.24 Compete aos Membros da CPATP:<br>a) elaborar o calend\u00e1rio anual de reuni\u00f5es da CPATP;<br>b) participar das reuni\u00f5es da CPATP, discutindo os assuntos em pauta e aprovando ou n\u00e3o as recomenda\u00e7\u00f5es;<br>c) investigar o acidente do trabalho, quando designado pelo presidente da CPATP, e discutir os acidentes ocorridos;<br>d) freq\u00fcentar o curso sobre preven\u00e7\u00e3o de acidentes do trabalho, promovido pelo OGMO, empregadores e<br>administra\u00e7\u00f5es dos terminais portu\u00e1rios de uso privativo;<br>e) cuidar para que todas as atribui\u00e7\u00f5es da CPATP previstas no subitem 29.2.2.18 sejam cumpridas durante a<br>respectiva gest\u00e3o.<br>f) mediante den\u00fancia de risco, realizar em conjunto com o respons\u00e1vel pela opera\u00e7\u00e3o portu\u00e1ria, a verifica\u00e7\u00e3o das<br>condi\u00e7\u00f5es de trabalho, dando conhecimento a CPATP e ao SESSTP.<br>29.2.2.25 Compete ao OGMO ou empregadores:<br>a) promover para todos os membros da CPATP, titulares e suplentes, curso sobre preven\u00e7\u00e3o de acidentes do trabalho,<br>higiene e sa\u00fade ocupacional, com carga hor\u00e1ria m\u00ednima de 24 (vinte e quatro) horas, obedecendo ao curr\u00edculo<br>b\u00e1sico do Anexo III desta NR, sendo este de freq\u00fc\u00eancia obrigat\u00f3ria e realizada antes da posse dos me mbros de cada<br>mandato, exce\u00e7\u00e3o feita ao mandato inicial;<br>b) prestigiar integralmente a CPATP, proporcionando aos seus componentes os meios necess\u00e1rios ao desempenho de<br>suas atribui\u00e7\u00f5es;<br>c) convocar elei\u00e7\u00f5es para escolha dos membros da nova CPATP, com anteced\u00eancia m\u00ednima de 45 (quarenta e cinco)<br>dias, realizando-as, no m\u00e1ximo, at\u00e9 30 (trinta) dias antes do t\u00e9rmino do mandato da CPATP em exerc\u00edcio;<br>d) promover cursos de atualiza\u00e7\u00e3o para os membros da CPATP;<br>e) dar condi\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias para que todos os titulares de representa\u00e7\u00f5es na CPATP compare\u00e7am \u00e0s reuni\u00f5es<br>ordin\u00e1rias e\/ou extraordin\u00e1rias;<br>29.2.2.26 Compete aos trabalhadores:<br>a) eleger seus representantes na CPATP;<br>b) indicar a CPATP e ao SESSTP situa\u00e7\u00f5es de risco e apresentar sugest\u00f5es para melhoria das condi\u00e7\u00f5es de trabalho;<br>c) cumprir as recomenda\u00e7\u00f5es quanto \u00e0 preven\u00e7\u00e3o de acidentes, transmitidas pelos membros da CPATP e do SESSTP;<br>d) comparecer \u00e0s reuni\u00f5es da CPATP sempre que convocado.<br>29.2.2.27 A CPATP se reunir\u00e1 pelo menos uma vez por m\u00eas, em local apropriado e durante o expediente, obedecendo<br>ao calend\u00e1rio anual.<br>29.2.2.28 Sempre que ocorrer acidente que resulte em morte, perda de membro ou de fun\u00e7\u00e3o org\u00e2nica, ou que cause<br>preju\u00edzo de grande monta, a CPATP se reunir\u00e1 em car\u00e1ter extraordin\u00e1rio no prazo m\u00e1ximo de 48 (quarenta e oito) horas ap\u00f3s a ocorr\u00eancia, podendo ser exigida a presen\u00e7a da pessoa respons\u00e1vel pela opera\u00e7\u00e3o portu\u00e1ria conforme definido no subitem 29.1.3 al\u00ednea \u201cd\u201d desta NR.<br>29.2.2.29 Registrada a CPATP no \u00f3rg\u00e3o regional do MTE, a mesma n\u00e3o poder\u00e1 ter o n\u00famero de representantes<br>reduzido, bem como n\u00e3o poder\u00e1 ser desativada pelo OGMO ou empregadores antes do t\u00e9rmino do mandato de seus<br>membros, ainda que haja redu\u00e7\u00e3o do n\u00famero de trabalhadores portu\u00e1rios, exceto nos casos em que houver encerramento da atividade portu\u00e1ria.<br>29.2.2.30 No caso de instala\u00e7\u00f5es portu\u00e1rias de uso privativo e os terminais retroportu\u00e1rios que possuam SESMT e CIPA nos termos do que estabelecem, respectivamente as NR-4 e NR-5, aprovadas pela Portaria n.\u00ba 3.214\/78 do MTE e altera\u00e7\u00f5es posteriores, e n\u00e3o utilizem m\u00e3o-de-obra de trabalhadores portu\u00e1rios avulsos, poder\u00e3o mant\u00ea-los, com as<br>atribui\u00e7\u00f5es especificadas nesta NR.<br>29.3 SEGURAN\u00c7A, HIGIENE E SA\u00daDE NO TRABALHO PORTU\u00c1RIO.<br>29.3.1 Nas opera\u00e7\u00f5es de atraca\u00e7\u00e3o, desatraca\u00e7\u00e3o e manobras de embarca\u00e7\u00f5es.<br>29.3.1.1 Na atraca\u00e7\u00e3o, desatraca\u00e7\u00e3o e manobras de embarca\u00e7\u00f5es devem ser adotadas medidas de preven\u00e7\u00e3o de<br>acidentes, com cuidados especiais aos riscos de prensagem, batidas contra e esfor\u00e7os excessivos dos trabalhadores.<br>29.3.1.2 \u00c9 obrigat\u00f3rio o uso de um sistema de comunica\u00e7\u00e3o entre o pr\u00e1tico, na embarca\u00e7\u00e3o, e o respons\u00e1vel em terra<br>pela atraca\u00e7\u00e3o, atrav\u00e9s de transceptor port\u00e1til, de modo a ser assegurada uma comunica\u00e7\u00e3o bilateral.<br>29.3.1.3 Todos os trabalhadores envolvidos nessas opera\u00e7\u00f5es devem fazer uso de coletes salva-vidas, Classe IV,<br>aprovados pela Diretoria de Portos e Costas &#8211; DPC,<br>29.3.1.4 Durante as manobras de atraca\u00e7\u00e3o e desatraca\u00e7\u00e3o, os guindastes de terra e os de p\u00f3rtico devem estar o mais<br>afastado poss\u00edvel das extremidades dos navios.<br>29.3.2 Acessos \u00e0s embarca\u00e7\u00f5es.<br>29.3.2.1 As escadas, rampas e demais acessos \u00e0s embarca\u00e7\u00f5es devem ser mantidas em bom estado de conserva\u00e7\u00e3o e<br>limpeza, sendo preservadas as caracter\u00edsticas das superf\u00edcies antiderrapantes.<br>29.3.2.2 As escadas e rampas de acesso \u00e0s embarca\u00e7\u00f5es devem dispor de balaustrada &#8211; guarda-corpos de prote\u00e7\u00e3o contra quedas.<br>29.3.2.2.1 O corrim\u00e3o deve oferecer apoio adequado, possuindo boa resist\u00eancia em toda a sua extens\u00e3o, n\u00e3o permitindo flex\u00f5es que tirem o equil\u00edbrio do usu\u00e1rio.<br>29.3.2.3 As escadas de acesso \u00e0s embarca\u00e7\u00f5es ou as estruturas complementares a estas conforme o previsto no subitem<br>29.3.2.10, devem ficar apoiadas em terra, tendo em sua base um dispositivo rotativo, devidamente protegido que<br>permita a compensa\u00e7\u00e3o dos movimentos da embarca\u00e7\u00e3o.<br>29.3.2.4 As escadas de acesso \u00e0s embarca\u00e7\u00f5es devem possuir largura adequada que permita o tr\u00e2nsito seguro para um<br>\u00fanico sentido de circula\u00e7\u00e3o, devendo ser guarnecidas com uma rede protetora, em perfeito estado de conserva\u00e7\u00e3o. Uma parte lateral da rede deve ser amarrada ao costado do navio, enquanto a outra, passando sob a escada, deve ser amarrada no lado superior de sua balaustrada (lado de terra), de modo que, em caso de queda, o trabalhador n\u00e3o venha a bater contra as estruturas vizinhas.<br>29.3.2.4.1 O disposto no subitem 29.3.2.4 n\u00e3o se aplica quando a dist\u00e2ncia do conv\u00e9s da embarca\u00e7\u00e3o ao cais n\u00e3o<br>permita a instala\u00e7\u00e3o de redes de prote\u00e7\u00e3o.<br>29.3.2.5 A escada de portal\u00f3 deve ficar posicionada com aclividade adequada em rela\u00e7\u00e3o ao plano horizontal de modo<br>que permita o acesso seguro \u00e0 embarca\u00e7\u00e3o.<br>29.3.2.6 Os degraus das escadas, em face das varia\u00e7\u00f5es de n\u00edvel da embarca\u00e7\u00e3o, devem ser montados de maneira a<br>mant\u00ea-los em posi\u00e7\u00e3o horizontal ou com declive que permita apoio adequado para os p\u00e9s.<br>29.3.2.7 O acesso \u00e0 embarca\u00e7\u00e3o deve ficar fora do alcance do raio da lan\u00e7a do guindaste, pau-de-carga ou assemelhado. Quando isso n\u00e3o for poss\u00edvel, o local de acesso deve ser adequadamente sinalizado.<br>29.3.2.8 \u00c9 proibida a coloca\u00e7\u00e3o de extens\u00f5es el\u00e9tricas nas estruturas e corrim\u00f5es das escadas e rampas de acesso das<br>embarca\u00e7\u00f5es.<br>29.3.2.9 Os suportes e os cabos de sustenta\u00e7\u00e3o das escadas ligados ao guincho n\u00e3o podem criar obst\u00e1culos \u00e0 circula\u00e7\u00e3o de pessoas e devem ser mantidos sempre tencionados.<br>29.3.2.10 Quando necess\u00e1rio o uso de pranchas, rampas ou passarelas de acesso, conjugadas ou n\u00e3o com as escadas,<br>estas devem seguir as seguintes especifica\u00e7\u00f5es:<br>a) serem de concep\u00e7\u00e3o r\u00edgida;<br>b) terem largura m\u00ednima de 0,80 m (oitenta cent\u00edmetros);<br>c) estarem providas de tacos transversais a intervalos de 0,40 m (quarenta cent\u00edmetros) em toda extens\u00e3o do piso;<br>d) possu\u00edrem corrim\u00e3o em ambos os lados de sua extens\u00e3o dotado de guarda-corpo duplo com r\u00e9guas situadas a alturas m\u00ednimas de 1,20 m (um metro e vinte cent\u00edmetros) e 0,70 m (setenta cent\u00edmetros) medidas a partir da superf\u00edcie do piso e perpendicularmente ao eixo longitudinal da escada;<br>e) serem dotadas de dispositivos que permitam fix\u00e1 -las firmemente \u00e0 escada da embarca\u00e7\u00e3o ou \u00e0 sua estrutura numa<br>extremidade;<br>f) a extremidade, que se ap\u00f3ia no cais, deve ser dotada de dispositivo rotativo que permita acompanhar o movimento<br>da embarca\u00e7\u00e3o;<br>g) estarem posicionadas no m\u00e1ximo a 30 (trinta) graus de um plano horizontal.<br>29.3.2.11 N\u00e3o \u00e9 permitido o acesso \u00e0 embarca\u00e7\u00e3o utilizando-se escadas tipo quebra-peito, salvo em situa\u00e7\u00f5es<br>excepcionais, devidamente justificadas, avaliadas e acompanhadas pelo SESSTP e SESMT, conforme o caso.<br>29.3.2.12 \u00c9 proibido o acesso de trabalhadores \u00e0 embarca\u00e7\u00f5es em equipamentos de guindar, exceto em opera\u00e7\u00f5es de<br>resgate e salvamento ou quando forem utilizados cestos especiais de transporte, desde que os equipamentos de guindar<br>possuam condi\u00e7\u00f5es especiais de seguran\u00e7a e existam procedimentos espec\u00edficos para tais opera\u00e7\u00f5es.<br>29.3.2.13 Nos locais de trabalho pr\u00f3ximos \u00e0 \u00e1gua e pontos de transbordo devem existir b\u00f3ias salva vidas e outros<br>equipamentos necess\u00e1rios ao resgate de vitimas que caiam na \u00e1gua, que sejam aprovados pela DPC.<br>29.3.2.13.1 Nos trabalhos noturnos as b\u00f3ias salva-vidas dever\u00e3o possuir dispositivo de ilumina\u00e7\u00e3o autom\u00e1tica<br>aprovadas pela DPC.<br>29.3.3 Conveses.<br>29.3.3.1 Os conveses devem estar sempre limpos e desobstru\u00eddos, dispondo de uma \u00e1rea de circula\u00e7\u00e3o que permita o<br>tr\u00e2nsito seguro dos trabalhadores.<br>29.3.3.2 Quaisquer aberturas devem estar protegidas de forma que impe\u00e7am a queda de pessoas ou objetos. Quando<br>houver perigo de escorregamento nas superf\u00edcies em suas imedia\u00e7\u00f5es, devem ser empregados dispositivos ou processo<br>que tornem o piso antiderrapante.<br>29.3.3.3 A circula\u00e7\u00e3o de pessoal no conv\u00e9s principal deve ser efetuada pelo lado do mar, exceto por impossibilidade<br>t\u00e9cnica ou operacional comprovada.<br>29.3.3.4 Os conveses devem oferecer boas condi\u00e7\u00f5es de visibilidade aos operadores dos equipamentos de i\u00e7ar,<br>sinaleiros e outros, a fim de que n\u00e3o sejam prejudicadas as manobras de movimenta\u00e7\u00e3o de carga.<br>29.3.3.5 As cargas ou objetos que necessariamente tenham que ser estivadas no conv\u00e9s, devem ser peadas e escoradas<br>imediatamente ap\u00f3s a estivagem.<br>29.3.3.6 Olhais, escadas, tubula\u00e7\u00f5es, aberturas e cantos vivos devem ser mantidos sinalizados, a fim de indicar e<br>advertir acerca dos riscos existentes.<br>29.3.3.7 Nas opera\u00e7\u00f5es de abertura e fechamento de equipamentos acionados por for\u00e7a motrizes, os quart\u00e9is, tampas de escotilha e aberturas similares, devem possuir dispositivos de seguran\u00e7a que impe\u00e7am sua movimenta\u00e7\u00e3o acidental.<br>Esses equipamentos s\u00f3 poder\u00e3o ser abertos ou fechados por pessoa autorizada, ap\u00f3s certificar-se de que n\u00e3o existe risco para os trabalhadores.<br>29.3.4 Por\u00f5es.<br>29.3.4.1 As bocas dos agulheiros devem estar protegidas por bra\u00e7olas e serem providas de tampas com travas de<br>seguran\u00e7a.<br>29.3.4.2 As escadas de acesso ao por\u00e3o devem estar em perfeito estado de conserva\u00e7\u00e3o e limpeza.<br>29.3.4.3 Quando o por\u00e3o possuir escada vertical at\u00e9 o piso, esta deve ser dotada de guarda-corpos ou ser provida de<br>cabo de a\u00e7o paralelo \u00e0 escada para se aplicar dispositivos do tipo trava-quedas acoplado ao cinto de seguran\u00e7a utilizado na opera\u00e7\u00e3o de subida e descida da escada.<br>29.3.4.4 A estivagem das cargas nos por\u00f5es n\u00e3o deve obstruir o acesso \u00e0s escadas dos agulheiros.<br>29.3.4.4.1 Quando n\u00e3o houver condi\u00e7\u00f5es de utiliza\u00e7\u00e3o dos agulheiros, o acesso ao por\u00e3o do navio dever\u00e1 ser efetuado<br>por escada de m\u00e3o de no m\u00e1ximo 7 m (sete metros) de comprimento, afixada junto \u00e0 estrutura do navio, devendo<br>ultrapassar a borda da estrutura de apoio em 1m (um metro).<br>29.3.4.4.2 N\u00e3o \u00e9 permitido o uso de escada do tipo quebra-peito.<br>29.3.4.5 Recomenda-se a cria\u00e7\u00e3o de passarelas para circula\u00e7\u00e3o de no m\u00ednimo 0,60 m (sessenta cent\u00edmetros) de largura<br>sobre as cargas estivadas de modo a permitir o acesso seguro \u00e0 pra\u00e7a de trabalho.<br>29.3.4.6 Os pisos dos por\u00f5es devem estar limpos e isentos de materiais inserv\u00edveis e de subst\u00e2ncias que provoquem<br>riscos de acidente.<br>29.3.4.7 A forra\u00e7\u00e3o empregada deve oferecer equil\u00edbrio \u00e0 carga e criar sobre a mesma um piso de trabalho regular e<br>seguro.<br>29.3.4.8 As plataformas de trabalho devem ser confeccionadas de maneira que n\u00e3o ofere\u00e7am riscos de desmoronamento e propiciem espa\u00e7o seguro de trabalho.<br>29.3.4.9 Passarelas, plataformas, beiras de cobertas abertas, bocas de celas de cont\u00eaineres e grandes v\u00e3os entre cargas,<br>com diferen\u00e7a de n\u00edvel superior a 2,00 m (dois metros), devem possuir guarda-corpos com 1,10 m (um metro e dez<br>cent\u00edmetros) de altura.<br>29.3.4.9.1 O tr\u00e2nsito de pessoas sobre os v\u00e3os entre cargas estivadas, s\u00f3 ser\u00e1 permitido se cobertos com pranchas de<br>madeira de boa qualidade, seca, sem n\u00f3s ou rachaduras que comprometam a sua resist\u00eancia e sem pintura, podendo ser utilizado material de maior resist\u00eancia.<br>29.3.4.9.2 \u00c9 obrigat\u00f3rio o uso de escadas para a transposi\u00e7\u00e3o de obst\u00e1culos de altura superior a 1,50 m (um metro e<br>cinq\u00fcenta cent\u00edmetros).<br>29.3.4.10 Os quart\u00e9is devem estar sempre em perfeito estado de conserva\u00e7\u00e3o e nivelados, a fim de n\u00e3o criarem<br>irregularidades no piso.<br>29.3.4.10.1 Os quart\u00e9is devem permanecer fechados por ocasi\u00e3o de trabalho na mesma coberta.<br>29.3.4.11 Em locais em que n\u00e3o haja atividade, os v\u00e3os livres com risco de quedas, como bocas de agulheiros, cobertas e outros, devem estar fechados.<br>29.3.4.11.1 Quando em atividade, devem ser devidamente sinalizados, iluminados e protegidos com guarda-corpos,<br>redes ou madeiramento resistente.<br>29.3.4.12 A altura entre a parte superior da carga e a coberta deve permitir ao trabalhador condi\u00e7\u00f5es adequadas de<br>postura para execu\u00e7\u00e3o do trabalho.<br>29.3.4.13 Nas opera\u00e7\u00f5es de carga e descarga com cont\u00eaineres, ou demais cargas de altura equivalente, \u00e9 obrigat\u00f3rio o<br>uso de escadas. Quando essas forem port\u00e1teis devem ultrapassar 1,00 m (um metro) do topo do cont\u00eainer, ser providas<br>de sapatas, sinaliza\u00e7\u00e3o reflexiva nos degraus e montantes, n\u00e3o ter mais de 7,00 m (sete metros) de<br>comprimento e ser constru\u00edda de material comprovadamente leve e resistente.<br>29.3.4.14 Nas opera\u00e7\u00f5es em embarca\u00e7\u00f5es do tipo transbordo horizontal (roll-on\/roll-off) devem ser adotadas medidas<br>preventivas de controle de ru\u00eddos e de exposi\u00e7\u00e3o a gases t\u00f3xicos.<br>29.3.4.15 A carga deve ser estivada de forma que fique em posi\u00e7\u00e3o segura, sem perigo de tombar ou desmoronar sobre<br>os trabalhadores no por\u00e3o.<br>29.3.4.16 O empilhamento de tubos, bobinas ou similares deve ser obrigatoriamente peado imediatamente ap\u00f3s a<br>estivagem e mantido adequadamente cal\u00e7ado. Os trabalhadores s\u00f3 devem se posicionar \u00e0 frente desses materiais, por<br>ocasi\u00e3o da movimenta\u00e7\u00e3o, quando absolutamente indispens\u00e1vel.<br>29.3.4.17 A ilumina\u00e7\u00e3o de toda a \u00e1rea de opera\u00e7\u00e3o deve ser adequada, adotando-se medidas para evitar colis\u00f5es e\/ou<br>atropelamentos.<br>29.3.4.18 A estivagem de carga deve ser efetuada \u00e0 dist\u00e2ncia de 1,00 m (um metro) da abertura do por\u00e3o, quando esta<br>tiver que ser aberta posteriormente.<br>29.3.4.18.1 \u00c9 proibida qualquer atividade laboral em cobertas distintas do mesmo por\u00e3o e mesmo bordo<br>simultaneamente.<br>29.3.5 Trabalho com m\u00e1quinas, equipamentos, aparelhos de i\u00e7ar e acess\u00f3rios de estivagem.<br>29.3.5.1 Os equipamentos: p\u00e1s mec\u00e2nicas, empilhadeiras, aparelhos de guindar e outros ser\u00e3o entregues para a opera\u00e7\u00e3o em perfeitas condi\u00e7\u00f5es de uso.<br>29.3.5.2 Todo equipamento de movimenta\u00e7\u00e3o de carga deve apresentar, de forma leg\u00edvel, sua capacidade m\u00e1xima de<br>carga e seu peso bruto, quando se deslocar de ou para bordo.<br>29.3.5.2.1 A capacidade m\u00e1xima de carga do aparelho n\u00e3o deve ser ultrapassada, mesmo que se utilizem dois<br>equipamentos cuja soma de suas capacidades supere o peso da carga a ser transportada, devendo ser respeitados seus<br>limites de alcance, salvo em situa\u00e7\u00f5es excepcionais, com pr\u00e9vio planejamento t\u00e9cnico que garanta a execu\u00e7\u00e3o segura da opera\u00e7\u00e3o, a qual ser\u00e1 acompanhada pelo SESSTP ou SESMT conforme o caso.<br>29.3.5.3 Somente pode operar m\u00e1quinas e equipamentos o trabalhador habilitado e devidamente identificado.<br>29.3.5.4 N\u00e3o \u00e9 permitida a opera\u00e7\u00e3o de empilhadeiras sobre as cargas estivadas que apresentem piso irregular, ou sobre quart\u00e9is de madeira.<br>29.3.5.5 Todo trabalho em por\u00f5es que utilize m\u00e1quinas e equipamentos de combust\u00e3o interna, deve contar com<br>exaustores cujos dutos estejam em perfeito estado, em quantidade suficiente e instalados de forma a promoverem a<br>retirada dos gases expelidos por essas m\u00e1quinas ou equipamentos, de modo a garantir um ambiente prop\u00edcio \u00e0<br>realiza\u00e7\u00e3o dos trabalhos em conformidade com a legisla\u00e7\u00e3o vigente.<br>29.3.5.6 Os maquin\u00e1rios utilizados devem conter dispositivos que controlem a emiss\u00e3o de poluentes gasosos, fagulhas, chamas e a produ\u00e7\u00e3o de ru\u00eddos.<br>29.3.5.7 \u00c9 proibido o uso de m\u00e1quinas de combust\u00e3o interna e el\u00e9trica em por\u00f5es e armaz\u00e9ns com cargas inflam\u00e1veis ou explosivas, salvo se as especifica\u00e7\u00f5es das m\u00e1quinas forem compat\u00edveis com a classifica\u00e7\u00e3o da \u00e1rea envolvida.<br>29.3.5.8 \u00c9 proibido o transporte de trabalhadores em empilhadeiras e similares, exceto em opera\u00e7\u00f5es de resgate e<br>salvamento.<br>29.3.5.9 A empresa armadora e seus representantes no pa\u00eds s\u00e3o os respons\u00e1veis pelas condi\u00e7\u00f5es de seguran\u00e7a dos<br>equipamentos de guindar e acess\u00f3rios de bordo, devendo promover vistoria peri\u00f3dica, conforme especifica\u00e7\u00f5es dos<br>fabricantes, atrav\u00e9s de profissionais, empresas e \u00f3rg\u00e3os t\u00e9cnicos devidamente habilitados, promovendo o reparo ou<br>troca das partes defeituosas imediatamente ap\u00f3s a constata\u00e7\u00e3o.<br>29.3.5.10 Os equipamentos terrestres de guindar e os acess\u00f3rios neles utilizados para i\u00e7amento de cargas devem ser<br>periodicamente vistoriados e testados por pessoa f\u00edsica ou jur\u00eddica devidamente registrada no Conselho Regional de<br>Engenharia, Arquitetura e Agronomia \u2013 CREA.<br>29.3.5.10.1 A vistoria deve ser efetuada pelo menos uma vez a cada doze meses.<br>29.3.5.10.2 Deve ser estabelecido cronograma para vistorias e testes dos equipamentos, os quais ter\u00e3o suas planilhas e<br>laudos encaminhados pelos detentores ou arrendat\u00e1rios dos mesmos ao OGMO, que dar\u00e1 conhecimento aos<br>trabalhadores envolvidos na opera\u00e7\u00e3o.<br>29.3.5.11 A vistoria realizada por Sociedade Classificadora, que atestar o bom estado de conserva\u00e7\u00e3o e funcionamento<br>dos equipamentos de guindar e acess\u00f3rios do navio, deve ser comprovada atrav\u00e9s de certificado que ser\u00e1 exibido pelo<br>comandante da embarca\u00e7\u00e3o mediante solicita\u00e7\u00e3o da pessoa respons\u00e1vel envolvida nas opera\u00e7\u00f5es que estiverem em<br>curso na embarca\u00e7\u00e3o, cabendo ao agente mar\u00edtimo sua tradu\u00e7\u00e3o, quando de origem estrangeira.<br>29.3.5.12 Em se tratando de instala\u00e7\u00f5es portu\u00e1rias de uso privativo, os laudos e planilhas das vistorias e testes devem<br>ser encaminhados \u00e0 administra\u00e7\u00e3o destas instala\u00e7\u00f5es e\/ou empregadores, que dar\u00e3o conhecimento aos trabalhadores<br>envolvidos na opera\u00e7\u00e3o e ao OGMO, quando utilizar trabalhadores avulsos.<br>29.3.5.13 Os equipamentos em opera\u00e7\u00e3o devem estar posicionados de forma que n\u00e3o ultrapassem outras \u00e1reas de<br>trabalho, n\u00e3o sendo permitido o tr\u00e2nsito ou perman\u00eancia de pessoas no setor necess\u00e1rio \u00e0 rotina operacional do<br>equipamento.<br>29.3.5.14 No local onde se realizam servi\u00e7os de manuten\u00e7\u00e3o, testes e montagens de aparelhos de i\u00e7ar, a \u00e1rea de risco<br>deve ser isolada e devidamente sinalizada.<br>29.3.5.15 Os aparelhos de i\u00e7ar e os acess\u00f3rios de estivagem, devem trazer, de modo preciso e de f\u00e1cil visualiza\u00e7\u00e3o, a<br>indica\u00e7\u00e3o de sua carga m\u00e1xima admiss\u00edvel.<br>29.3.5.16 Todo aparelho de i\u00e7ar deve ter afixado no interior de sua cabine tabela de carga que possibilite ao operador o<br>conhecimento da carga m\u00e1xima em todas as suas condi\u00e7\u00f5es de uso.<br>29.3.5.17 Todo equipamento de guindar deve emitir sinais sonoros e luminosos, durante seus deslocamentos.<br>29.3.5.18 Os guindastes sobre trilhos devem dispor de suportes de preven\u00e7\u00e3o de tombamento.<br>29.3.5.19 Os equipamentos de guindar quando n\u00e3o utilizados devem ser desligados e fixados em posi\u00e7\u00e3o que n\u00e3o<br>ofere\u00e7a riscos aos trabalhadores e \u00e0 opera\u00e7\u00e3o portu\u00e1ria.<br>29.3.5.20 Toda embarca\u00e7\u00e3o deve conservar a bordo os planos de enx\u00e1rcia\/equipamentos fixos, e todos os outros<br>documentos necess\u00e1rios para possibilitar a enx\u00e1rcia correta dos mastros de carga e de seus acess\u00f3rios que devem ser<br>apresentados quando solicitados pela inspe\u00e7\u00e3o do trabalho.<br>29.3.5.21 No caso de acidente envolvendo guindastes de bordo, paus de carga, c\u00e1breas de bordo e similares, em que<br>ocorram danos nos equipamentos que impe\u00e7am sua opera\u00e7\u00e3o, estes n\u00e3o poder\u00e3o reiniciar os trabalhos at\u00e9 que os reparos e testes necess\u00e1rios sejam feitos em conformidade com os padr\u00f5es ditados pela Sociedade Classificadora do navio.<br>29.3.5.22 Os acess\u00f3rios de estivagem e demais equipamentos portu\u00e1rios devem ser mantidos em perfeito estado de<br>funcionamento e serem vistoriados pela pessoa respons\u00e1vel, antes do inicio dos servi\u00e7os.<br>29.3.5.23 Lingas descart\u00e1veis n\u00e3o devem ser reutilizadas, sendo inutilizadas imediatamente ap\u00f3s o uso.<br>29.3.5.24 Os ganchos de i\u00e7ar devem dispor de travas de seguran\u00e7a em perfeito estado de conserva\u00e7\u00e3o e funcionamento.<br>29.3.5.25 \u00c9 obrigat\u00f3ria a observ\u00e2ncia das condi\u00e7\u00f5es de utiliza\u00e7\u00e3o, dimensionamento e conserva\u00e7\u00e3o de cabos de a\u00e7o,<br>an\u00e9is de carga, manilhas e sapatilhos para cabos de a\u00e7o utilizados nos acess\u00f3rios de estivagem, nas lingas e outros<br>dispositivos de levantamento que formem parte integrante da carga, conforme o disposto nas normas t\u00e9cnicas NBR<br>6327\/83 (Cabo de A\u00e7o para Usos Gerais) \u2013 Especifica\u00e7\u00f5es, NBR 11900\/91 (Extremidade de La\u00e7os de Cabo de A\u00e7o \u2013<br>Especifica\u00e7\u00f5es), NBR 13541\/95 (Movimenta\u00e7\u00e3o de Carga \u2013 La\u00e7o de Cabo de A\u00e7o \u2013 Especifica\u00e7\u00f5es), NBR 13542\/95<br>(Movimenta\u00e7\u00e3o de Carga \u2013 Anel de Carga), NBR 13543\/95 (Movimenta\u00e7\u00e3o de Carga \u2013 La\u00e7o de Cabo de A\u00e7o \u2013<br>Utiliza\u00e7\u00e3o e Inspe\u00e7\u00e3o), NBR 13544\/95 (Movimenta\u00e7\u00e3o de Carga \u2013 Sapatil<br>ho para Cabo de A\u00e7o) e NBR 13545\/95<br>(Movimenta\u00e7\u00e3o de Carga \u2013 Manilha) e altera\u00e7\u00f5es posteriores.<br>29.3.6 Lingamento e deslingamento de cargas<br>29.3.6.1 O operador de equipamento de guindar deve certificar-se, de que os freios segurar\u00e3o o peso a ser transportado.<br>29.3.6.2 Todos os carregamentos devem lingar-se na vertical do engate do equipamento de guindar, observando-se em<br>especial:<br>a) o impedimento da queda ou deslizamento parcial ou total da carga;<br>b) de que nas cargas de grande comprimento como tubos, perfis met\u00e1licos, tubul\u00f5es, t\u00e1buas e outros, sejam usadas no<br>m\u00ednimo 02 (duas) lingas\/estropos ou atrav\u00e9s de uma balan\u00e7a com dois ramais;<br>c) de que o \u00e2ngulo formado pelos ramais das lingas\/estropos n\u00e3o exceda a 120\u00ba (cento e vinte graus), salvo em casos<br>especiais;<br>d) de que as lingas\/estropos, estrados, paletes, redes e outros acess\u00f3rios tenham marcada sua capacidade de carga de<br>forma bem vis\u00edvel.<br>29.3.6.3 Nos servi\u00e7os de lingamento e deslingamento de cargas sobre ve\u00edculos com diferen\u00e7a de n\u00edvel, \u00e9 obrigat\u00f3rio o<br>uso de plataforma de trabalho segura do lado contr\u00e1rio ao fluxo de cargas. Nos locais em que n\u00e3o exista espa\u00e7o<br>dispon\u00edvel, ser\u00e1 utilizada escada.<br>29.3.6.4 \u00c9 proibido o transporte de materiais soltos sobre a carga lingada.<br>29.3.6.5 A movimenta\u00e7\u00e3o a\u00e9rea de cargas deve ser necessariamente orientada por sinaleiro devidamente habilitado.<br>29.3.6.5.1 O sinaleiro deve ser facilmente destac\u00e1vel das demais pessoas na \u00e1rea de opera\u00e7\u00e3o pelo uso de coletes de cor diferenciada.<br>29.3.6.5.2 Nas opera\u00e7\u00f5es noturnas o mesmo deve portar luvas de cor clara e colete, ambos com aplica\u00e7\u00f5es de material<br>refletivo.<br>29.3.6.5.3 O sinaleiro deve localizar-se de modo que possa visualizar toda \u00e1rea de opera\u00e7\u00e3o da carga e ser visto pelo<br>operador do equipamento de guindar. Quando estas condi\u00e7\u00f5es n\u00e3o puderem ser atendidas dever\u00e1 ser utilizado um<br>sistema de comunica\u00e7\u00e3o bilateral.<br>29.3.6.5.4 O sinaleiro deve receber treinamento adequado para aquisi\u00e7\u00e3o de conhecimento do c\u00f3digo de sinais de m\u00e3o<br>nas opera\u00e7\u00f5es de guindar.<br>29.3.7 Opera\u00e7\u00f5es com cont\u00eaineres.<br>29.3.7.1 Na movimenta\u00e7\u00e3o de carga e descarga de cont\u00eainer \u00e9 obrigat\u00f3rio o uso de quadro posicionador dotado de<br>travas de acoplamento acionadas mecanicamente, de maneira autom\u00e1tica ou manual, com dispositivo visual indicador<br>da situa\u00e7\u00e3o de travamento e dispositivo de seguran\u00e7a que garantam o travamento dos quatro cantos.<br>29.3.7.2 No caso de cont\u00eaineres fora de padr\u00e3o, avariados ou em condi\u00e7\u00f5es que impe\u00e7am os procedimentos do subitem<br>29.3.7.1, ser\u00e1 permitida a movimenta\u00e7\u00e3o por outros m\u00e9todos seguros, sob a supervis\u00e3o direta do respons\u00e1vel pela<br>opera\u00e7\u00e3o.<br>29.3.7.3 Nos casos em que a altura de empilhamento dos cont\u00eaineres for superior a 2 (dois) de alto, ou 5 m (cinco<br>metros), quando necess\u00e1rio e exclusivamente para o transporte de trabalhadores dos conveses para os cont\u00eaineres e<br>vice-versa, deve ser empregada gaiola especialmente constru\u00edda para esta finalidade, com capacidade m\u00e1xima de dois<br>trabalhadores, dotada de guarda-corpos e de dispositivo para acoplamento do cinto de seguran\u00e7a. Esta opera\u00e7\u00e3o deve ser realizada com o uso de um sistema de r\u00e1dio que propicie comunica\u00e7\u00e3o bilateral adequada.<br>29.3.7.4 O trabalhador que estiver sobre o cont\u00eainer deve estar em comunica\u00e7\u00e3o visual e utilizar-se de meios de r\u00e1dio<br>comunica\u00e7\u00e3o com sinaleiro e o operador de guindaste, os quais dever\u00e3o obedecer unicamente \u00e0s instru\u00e7\u00f5es formuladas<br>pelo trabalhador.<br>29.3.7.4.1 N\u00e3o \u00e9 permitida a perman\u00eancia de trabalhador sobre cont\u00eainer quando este estiver sendo movimentado.<br>29.3.7.5 A abertura de cont\u00eaineres contendo cargas perigosas deve ser efetuada por trabalhador usando EPI adequado ao risco.<br>29.3.7.5.1 Quando houver em um mesmo cont\u00eainer cargas perigosas e produtos in\u00f3cuos, prevalecem as recomenda\u00e7\u00f5es<br>de utiliza\u00e7\u00e3o de EPI adequado \u00e0 carga perigosa.<br>29.3.7.6 Todos os cont\u00eaineres que cheguem a um porto organizado, instala\u00e7\u00f5es portu\u00e1rias de uso privativo, ou<br>retroportu\u00e1rios para serem movimentados, devem estar devidamente certificados, de acordo com a Conven\u00e7\u00e3o de<br>Seguran\u00e7a para Cont\u00eaineres &#8211; CSC da Organiza\u00e7\u00e3o Mar\u00edtima Internacional &#8211; OMI.<br>29.3.7.7 Todo cont\u00eainer que requeira uma inspe\u00e7\u00e3o detalhada, deve ser retirado de sua pilha e conduzido a uma zona<br>reservada especialmente para esse fim, que disponha de meios de acesso seguros, tais como plataformas ou escadas<br>fixas.<br>29.3.7.8 Os trabalhadores devem utilizar-se de hastes guia ou de cabos, com a finalidade de posicionar o cont\u00eainer<br>quando o mesmo for descarregado sobre ve\u00edculo.<br>29.3.7.9 Cada porto organizado, instala\u00e7\u00e3o portu\u00e1ria de uso privativo e retroportu\u00e1ria deve dispor de um regulamento<br>pr\u00f3prio, estabelecendo a\u00e7\u00f5es coordenadas a serem adotadas na ocorr\u00eancia de condi\u00e7\u00f5es ambientais adversas.<br>29.3.7.10 Nas opera\u00e7\u00f5es com cont\u00eaineres devem ser adotadas as seguintes medidas de seguran\u00e7a:<br>a) moviment\u00e1-los somente ap\u00f3s o trabalhador haver descido do mesmo;<br>b) instruir o trabalhador quanto \u00e0s posturas ergon\u00f4micas e seguras nas opera\u00e7\u00f5es de estivagem, desestivagem, fixa\u00e7\u00e3o e movimenta\u00e7\u00e3o de cont\u00eainer;<br>c) obedecer \u00e0 sinaliza\u00e7\u00e3o e rotulagem dos cont\u00eaineres quanto aos riscos inerentes a sua movimenta\u00e7\u00e3o<br>d) instruir o trabalhador sobre o significado das sinaliza\u00e7\u00f5es e das rotulagens de risco de cont\u00eaineres, bem como dos<br>cuidados e medidas de preven\u00e7\u00e3o a serem observados;<br>29.3.8 Opera\u00e7\u00f5es com graneis secos.<br>29.3.8.1 Durante as opera\u00e7\u00f5es devem ser adotados procedimentos que impe\u00e7am a forma\u00e7\u00e3o de barreiras que possam por em risco a seguran\u00e7a dos trabalhadores.<br>29.3.8.2 Quando houver risco de queda ou deslizamento volumoso durante a carga ou descarga de graneis secos,<br>nenhum trabalhador deve permanecer no interior do por\u00e3o e outros recintos similares.<br>29.3.8.3 Nas opera\u00e7\u00f5es com p\u00e1 mec\u00e2nica no interior do por\u00e3o, ou armaz\u00e9m, na presen\u00e7a de aerodispers\u00f3ides, o<br>operador deve estar protegido por cabine resistente, fechada, dotada de ar condicionado, provido de filtro contra p\u00f3 em seu sistema de capta\u00e7\u00e3o de ar.<br>29.3.8.4 Nas opera\u00e7\u00f5es com uso de ca\u00e7ambas, \u201cgrabs\u201d e de p\u00e1s carregadeiras, a produ\u00e7\u00e3o de p\u00f3, derrames e outros<br>incidentes, deve ser evitada com as seguintes medidas:<br>a) umidifica\u00e7\u00e3o da carga, caso sua natureza o permita;<br>b) realizar manuten\u00e7\u00e3o peri\u00f3dica das ca\u00e7ambas e p\u00e1s carregadeiras;<br>c) carregamento adequado das p\u00e1s carregadeiras, evitando a queda do material por excesso;<br>d) abertura das ca\u00e7ambas ou basculamento de p\u00e1s carregadeiras, na menor altura poss\u00edvel, quando da descarga;<br>e) estabiliza\u00e7\u00e3o de ca\u00e7ambas e p\u00e1s carregadeiras, em sua posi\u00e7\u00e3o de descarga, at\u00e9 que estejam totalmente vazias;<br>f) utiliza\u00e7\u00e3o de adaptadores apropriados ao ve\u00edculo terrestre, com bocas de descarga e veda\u00e7\u00f5es em material flex\u00edvel,<br>lonas, mantas de pl\u00e1sticos e outros, sempre que a descarga se realize diretamente de navio para caminh\u00e3o, vag\u00e3o ou<br>solo;<br>g) utiliza\u00e7\u00e3o de prote\u00e7\u00e3o na carga e descarga de gran\u00e9is, que garanta o escoamento do material que caia no percurso<br>entre por\u00e3o e costado do navio, para um s\u00f3 local no cais.<br>29.3.8.5 Ve\u00edculos e vag\u00f5es transportando gran\u00e9is s\u00f3lidos devem estar cobertos, para tr\u00e2nsito e estacionamento em \u00e1rea<br>portu\u00e1ria.<br>29.3.9 Transporte, movimenta\u00e7\u00e3o, armazenagem e manuseio de materiais.<br>29.3.9.1 Cada porto organizado e instala\u00e7\u00e3o portu\u00e1ria de uso privativo, deve dispor de um regulamento pr\u00f3prio que<br>discipline a rota de tr\u00e1fego de ve\u00edculos, equipamentos, ciclistas e pedestres, bem como a movimenta\u00e7\u00e3o de cargas no<br>cais, plataformas, p\u00e1tios, estacionamentos, armaz\u00e9ns e demais espa\u00e7os operacionais.<br>29.3.9.2 Os ve\u00edculos automotores utilizados nas opera\u00e7\u00f5es portu\u00e1rias que trafeguem ou estacionem na \u00e1rea do porto<br>organizado e instala\u00e7\u00f5es portu\u00e1rias de uso privativo devem possuir<br>sinaliza\u00e7\u00e3o sonora e luminosa adequada para as<br>manobras de marcha-a-r\u00e9<br>29.3.9.3 As cargas transportadas por caminh\u00f5es ou carretas devem estar peadas ou fixas de modo a evitar sua queda<br>acidental.<br>29.3.9.3.1 Nos ve\u00edculos cujas carrocerias tenham assoalho, este deve estar em perfeita condi\u00e7\u00e3o de uso e conserva\u00e7\u00e3o.<br>29.3.9.4 As pilhas de cargas ou materiais devem distar, pelo menos, de 1,50 m (um metro e cinq\u00fcenta cent\u00edmetros) das<br>bordas do cais.<br>29.3.9.5 Embalagens com produtos perigosos n\u00e3o devem ser movimentadas com equipamentos inadequados que<br>possam danific\u00e1-las.<br>29.3.10 Seguran\u00e7a nos trabalhos de limpeza e manuten\u00e7\u00e3o nos portos e embarca\u00e7\u00f5es.<br>29.3.10.1 Na limpeza de tanques de carga, \u00f3leo ou lastro de embarca\u00e7\u00f5es que contenham ou tenham contido produtos<br>t\u00f3xicos, corrosivos e\/ou inflam\u00e1veis, \u00e9 obrigat\u00f3rio:<br>a) a vistoria antecipada do local por pessoa respons\u00e1vel, com aten\u00e7\u00e3o especial no monitoramento dos percentuais de<br>oxig\u00eanio e de explosividade da mistura no ambiente;<br>b) o uso de exaustores, cujos dutos devem prolongar-se at\u00e9 o conv\u00e9s, para a elimina\u00e7\u00e3o de res\u00edduos t\u00f3xicos;<br>c) o trabalho ser realizado em dupla, portando o observador um cabo de arrasto conectado ao executante;<br>d) o uso de aparelhos de ilumina\u00e7\u00e3o e acess\u00f3rios cujas especifica\u00e7\u00f5es sejam adequadas \u00e0 \u00e1rea classificada;<br>e) n\u00e3o fumar ou portar objetos que produzam chamas, centelhas ou fa\u00edscas;<br>f) o uso de equipamentos de ar mandado ou aut\u00f4nomo em ambientes com ar rarefeito ou impregnados por subst\u00e2ncias<br>t\u00f3xicas;<br>g) depositar em recipientes adequados as estopas e trapos usados, com \u00f3leos, graxa, solventes ou similares para serem<br>retirados de bordo logo ap\u00f3s o t\u00e9rmino do trabalho;<br>29.3.10.1.1 As determina\u00e7\u00f5es do item anterior aplicam-se tamb\u00e9m, nos locais confinados ou de produtos t\u00f3xicos ou<br>inflam\u00e1veis.<br>29.3.10.2 S\u00e3o vedados os trabalhos simult\u00e2neos de reparo e manuten\u00e7\u00e3o com os de carga e descarga, que prejudiquem a sa\u00fade e a integridade f\u00edsica dos trabalhadores.<br>29.3.10.3 Nas pinturas, raspagens, apicoamento de ferragens e demais reparos em embarca\u00e7\u00f5es, \u00e9 recomendada onde<br>couber a prote\u00e7\u00e3o dos trabalhadores atrav\u00e9s de:<br>a) andaimes com guarda-corpos ou, preferencialmente, com cadeiras suspensas;<br>b) uso de cintur\u00e3o de seguran\u00e7a do tipo p\u00e1ra-quedista, fixado em cabo paralelo \u00e0 estrutura do navio;<br>c) uso dos demais EPI necess\u00e1rios;<br>d) uso de colete salva-vidas Classe IV, aprovados pela DPC;<br>e) interdi\u00e7\u00e3o quando necess\u00e1rio, da \u00e1rea abaixo desses servi\u00e7os.<br>29.3.11 Recondicionamento de embalagens<br>29.3.11.1 Os trabalhos de recondicionamento de embalagens, nos quais haja risco de danos \u00e0 sa\u00fade e a integridade<br>f\u00edsica dos trabalhadores, deve ser efetuada em local fora da \u00e1rea de movimenta\u00e7\u00e3o de carga. Quando isto n\u00e3o for<br>poss\u00edvel, a opera\u00e7\u00e3o no local ser\u00e1 interrompida at\u00e9 a conclus\u00e3o do reparo.<br>29.3.11.2 No recondicionamento de embalagens com cargas perigosas, a \u00e1rea deve ser vistoriada, previamente, por<br>pessoa respons\u00e1vel, que definir\u00e1 as medidas de prote\u00e7\u00e3o coletiva e individual necess\u00e1rias.<br>29.3.12 Seguran\u00e7a nos servi\u00e7os do vigia de portal\u00f3.<br>29.3.12.1 No caso do portal\u00f3 n\u00e3o possuir prote\u00e7\u00e3o para o vigia se abrigar das intemp\u00e9ries, aplicam-se as disposi\u00e7\u00f5es da NR\u201321 (Trabalho a C\u00e9u Aberto) &#8211; itens 21.1 e 21.2.<br>29.3.12.2 Havendo movimenta\u00e7\u00e3o de carga sobre o portal\u00f3 ou outros postos onde deva permanecer um vigia portu\u00e1rio, este se posicionar\u00e1 fora dele, em local seguro.<br>29.3.12.3 Deve ser fornecido ao vigia assento com encosto, com forma levemente adaptada ao corpo para a prote\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o lombar.<br>29.3.13 Sinaliza\u00e7\u00e3o de seguran\u00e7a dos locais de trabalho portu\u00e1rios.<br>29.3.13.1 Os riscos nos locais de trabalho, tais como: faixa prim\u00e1ria, embarca\u00e7\u00f5es, abertura de acesso aos por\u00f5es,<br>conveses, escadas, olhais, esta\u00e7\u00f5es de for\u00e7a e dep\u00f3sitos de cargas devem ser sinalizados conforme NR-26 (Sinaliza\u00e7\u00e3o<br>de Seguran\u00e7a).<br>29.3.13.2 Quando a natureza do obst\u00e1culo exigir, a sinaliza\u00e7\u00e3o incluir\u00e1 ilumina\u00e7\u00e3o adequada.<br>29.3.13.3 As vias de tr\u00e2nsito de ve\u00edculos ou pessoas nos recintos e \u00e1reas portu\u00e1rias, com especial aten\u00e7\u00e3o na faixa<br>prim\u00e1ria do porto, em plataformas, rampas, armaz\u00e9ns e p\u00e1tios devem ser sinalizadas, aplicando-se o C\u00f3digo Nacional<br>de Tr\u00e2nsito do Minist\u00e9rio da Justi\u00e7a e NR-26 (Sinaliza\u00e7\u00e3o de Seguran\u00e7a) no que couber.<br>29.3.14 Ilumina\u00e7\u00e3o dos locais de trabalho.<br>29.3.14.1 Os por\u00f5es, passagens de trabalhadores e demais locais de opera\u00e7\u00e3o, devem ter n\u00edveis adequados de<br>iluminamento, obedecendo ao que estabelece a NR-17 (Ergonomia). N\u00e3o sendo permitido n\u00edveis inferiores a 50 lux.<br>29.3.14.2 Os locais iluminados artificialmente devem ser dotados de pontos de ilumina\u00e7\u00e3o de forma que n\u00e3o provoquem ofuscamento, reflexos inc\u00f4modos, sombras e contrastes excessivos aos trabalhadores, em qualquer atividade.<br>29.3.15 Transporte de trabalhadores por via aqu\u00e1tica.<br>29.3.15.1 As embarca\u00e7\u00f5es que fizerem o transporte de trabalhadores, devem observar as normas de seguran\u00e7a<br>estabelecidas pela Autoridade Mar\u00edtima.<br>29.3.15.2 Os locais de atraca\u00e7\u00e3o sejam fixos ou flutuantes, para embarque e desembarque de trabalhadores, devem<br>possuir dispositivos que garantam o transbordo seguro.<br>29.3.16 Locais frigorificados.<br>29.3.16.1 Nos locais frigorificados \u00e9 proibido o uso de m\u00e1quinas e equipamentos movidos a combust\u00e3o interna.<br>29.3.16.2 A jornada de trabalho em locais frigorificados deve obedecer a seguinte tabela:<br>Tabela 1 Faixa de Temperatura de Bulbo Seco (\u00b0C) M\u00e1xima Exposi\u00e7\u00e3o Di\u00e1ria Permiss\u00edvel para Pessoas Adequadamente Vestidas para Exposi\u00e7\u00e3o ao Frio.<br>+15,0 a -17,9 *<br>+12,0 a -17,9 **<\/li>\n\n\n\n<li>+10,0 a -17,9 ***<\/li>\n\n\n\n<li>Tempo total de trabalho no ambiente frio de 6 horas e 40 minutos, sendo quatro per\u00edodos de 1<br>hora e 40 minutos alternados com 20 minutos de repouso e recupera\u00e7\u00e3o t\u00e9rmica fora do<br>ambiente de trabalho.<br>-18,0 a -33,9 Tempo total de trabalho no ambiente frio de 4 horas alternando-se 1 hora de trabalho com 1<br>hora para recupera\u00e7\u00e3o t\u00e9rmica fora do ambiente frio.<br>-34,0 a -56,9 Tempo total de trabalho no ambiente frio de 1 hora, sendo dois per\u00edodos de 30 minutos com<br>separa\u00e7\u00e3o m\u00ednima de 4 horas para recupera\u00e7\u00e3o t\u00e9rmica fora do ambiente frio.<br>-57,0 a -73,0 Tempo total de trabalho no ambiente frio de 5 minutos sendo o restante da jornada cumprida<br>obrigatoriamente fora de ambiente frio.<br>Abaixo de -73,0 N\u00e3o \u00e9 permitida a exposi\u00e7\u00e3o ao ambiente frio, seja qual for a vestimenta utilizada.<br>(<em>) faixa de temperatura v\u00e1lida para trabalhos em zona clim\u00e1tica quente, de acordo com o mapa oficial do IBGE. (<strong>) faixa de temperatura v\u00e1lida para trabalhos em zona clim\u00e1tica sub-quente, de acordo com o mapa oficial do IBGE. (<\/strong><\/em>) faixa de temperatura v\u00e1lida para trabalhos em zona clim\u00e1tica mesot\u00e9rmica, de acordo com o mapa oficial do<br>IBGE.<br>29.4 CONDI\u00c7\u00d5ES SANIT\u00c1RIAS E DE CONFORTO NOS LOCAIS DE TRABALHO.<br>29.4.1 As instala\u00e7\u00f5es sanit\u00e1rias, vesti\u00e1rios, refeit\u00f3rios, locais de repouso e aguardo de servi\u00e7os devem ser mantidos pela administra\u00e7\u00e3o do porto organizado, pelo titular da instala\u00e7\u00e3o portu\u00e1ria de uso privativo e retroportu\u00e1ria, conforme o caso, e observar o disposto na NR-24 (Condi\u00e7\u00f5es Sanit\u00e1rias e de Conforto nos Locais de Trabalho).<br>29.4.2 As instala\u00e7\u00f5es sanit\u00e1rias devem estar situadas \u00e0 dist\u00e2ncia m\u00e1xima de 200 m (duzentos metros) dos locais das<br>opera\u00e7\u00f5es portu\u00e1rias.<br>29.4.3 As embarca\u00e7\u00f5es devem oferecer aos trabalhadores em opera\u00e7\u00e3o a bordo, instala\u00e7\u00f5es sanit\u00e1rias, com gabinete<br>sanit\u00e1rio e lavat\u00f3rio, em boas condi\u00e7\u00f5es de higiene e funcionamento. Quando n\u00e3o for poss\u00edvel este atendimento, o<br>operador portu\u00e1rio dever\u00e1 dispor, a bordo, de instala\u00e7\u00f5es sanit\u00e1rias m\u00f3veis, similares \u00e0s descritas (WC &#8211; Qu\u00edmico).<br>29.4.4 O transporte de trabalhadores ao longo do porto deve ser feito atrav\u00e9s de meios seguros.<br>29.5 PRIMEIROS SOCORROS E OUTRAS PROVID\u00caNCIAS.<br>29.5.1 Todo porto organizado, instala\u00e7\u00e3o portu\u00e1ria de uso privativo e retroportu\u00e1ria deve dispor de servi\u00e7o de<br>atendimento de urg\u00eancia pr\u00f3prio ou terceirizado mantido pelo OGMO ou empregadores, possuindo equipamentos e<br>pessoal habilitado a prestar os primeiros socorros e prover a r\u00e1pida e adequada remo\u00e7\u00e3o de acidentado.<br>29.5.2 Para o resgate de acidentado em embarca\u00e7\u00f5es atracadas devem ser mantidas, pr\u00f3ximas a estes locais de trabalho, gaiolas e macas.<br>29.5.3 Nos trabalhos executados em embarca\u00e7\u00f5es ao largo deve ser garantida comunica\u00e7\u00e3o eficiente e meios para, em<br>caso de acidente, prover a r\u00e1pida remo\u00e7\u00e3o do acidentado, devendo os primeiros socorros ser prestados por trabalhador<br>treinado para este fim.<br>29.5.4 No caso de acidente a bordo em que haja morte, perda de membro, fun\u00e7\u00e3o org\u00e2nica ou preju\u00edzo de grande monta, o respons\u00e1vel pela embarca\u00e7\u00e3o deve comunicar, imediatamente, \u00e0 Capitania dos Portos, suas Delegacias e Ag\u00eancias e ao \u00f3rg\u00e3o regional do MTE.<br>29.5.4.1 O local do acidente deve ser isolado, estando a embarca\u00e7\u00e3o impedida de suspender (zarpar) at\u00e9 que seja<br>realizada a investiga\u00e7\u00e3o do acidente por especialistas desses \u00f3rg\u00e3os e posterior libera\u00e7\u00e3o do despacho da embarca\u00e7\u00e3o<br>pela Capitania dos Portos, suas Delegacias ou Ag\u00eancias.<br>29.5.4.2 Estando em condi\u00e7\u00f5es de navegabilidade e n\u00e3o trazendo preju\u00edzos aos trabalhos de investiga\u00e7\u00e3o do acidente e a crit\u00e9rio da Capitania dos Portos, suas Delegacias e Ag\u00eancias, o navio poder\u00e1 ser autorizado a deslocar-se do ber\u00e7o de<br>atraca\u00e7\u00e3o para outro local, onde ser\u00e1 conclu\u00edda a an\u00e1lise do acidente.<br>29.6 OPERA\u00c7\u00d5ES COM CARGAS PERIGOSAS<br>29.6.1 Cargas perigosas s\u00e3o quaisquer cargas que, por serem explosivas, gases comprimidos ou liq\u00fcefeitos, inflam\u00e1veis, oxidantes, venenosas, infecciosas, radioativas, corrosivas ou poluentes, possam representar riscos aos trabalhadores e ao ambiente.<br>29.6.1.1 O termo cargas perigosas inclui quaisquer recept\u00e1culos, tais como tanques port\u00e1teis, embalagens, contentores<br>intermedi\u00e1rios para graneis (IBC) e cont\u00eaineres tanques que tenham anteriormente contido cargas perigosas e estejam<br>sem a devida limpeza e descontamina\u00e7\u00e3o que anulem os seus efeitos prejudiciais.<br>29.6.1.2 As cargas perigosas embaladas ou a granel, ser\u00e3o abrangidas conforme o caso, por uma das conven\u00e7\u00f5es ou<br>c\u00f3digos internacionais publicados da OMI, constantes do Anexo IV.<br>29.6.2 As cargas perigosas se classificam de acordo com tabela de classifica\u00e7\u00e3o contida no Anexo V desta NR.<br>29.6.2.1 Deve ser instalado um quadro obrigat\u00f3rio contendo a identifica\u00e7\u00e3o das classes e tipos de produtos perigosos,<br>em locais estrat\u00e9gicos, de acordo com os s\u00edmbolos padronizados pela OMI, conforme Anexo VI.<br>29.6.3 Obriga\u00e7\u00f5es e compet\u00eancias.<br>29.6.3.1 Do armador ou seu preposto<br>29.6.3.1.1 O armador ou seu preposto, respons\u00e1vel pela embarca\u00e7\u00e3o que conduzir cargas perigosas embaladas<br>destinadas ao porto organizado e instala\u00e7\u00e3o portu\u00e1ria de uso privativo, dentro ou fora da \u00e1rea do porto organizado, ainda que em tr\u00e2nsito, dever\u00e1 enviar \u00e0 administra\u00e7\u00e3o do porto, ao OGMO e ao operador portu\u00e1rio, pelo menos 24 (vinte quatro) horas antes da chegada da embarca\u00e7\u00e3o, a documenta\u00e7\u00e3o, em portugu\u00eas, contendo:<br>a) declara\u00e7\u00e3o de mercadorias perigosas conforme o C\u00f3digo Mar\u00edtimo Internacional de Mercadorias Perigosas \u2013 c\u00f3digo<br>IMDG, com as seguintes informa\u00e7\u00f5es, conforme modelo do Anexo VII:<br>I. nome t\u00e9cnico das subst\u00e2ncias perigosas, classe e divis\u00e3o de risco;<br>II. n\u00famero ONU &#8211; n\u00famero de identifica\u00e7\u00e3o das subst\u00e2ncias perigosas estabelecidas pelo Comit\u00ea das Na\u00e7\u00f5es Unidas<br>e grupo de embalagem;<br>III. ponto de fulgor, e quando aplic\u00e1vel, a temperatura de controle e de emerg\u00eancia dos l\u00edquidos inflam\u00e1veis;<br>IV. quantidade e tipo de embalagem da carga;<br>V. identifica\u00e7\u00e3o de carga como poluentes marinhos;<br>b) ficha de emerg\u00eancia da carga perigosa contendo, no m\u00ednimo, as informa\u00e7\u00f5es constantes do modelo do Anexo VIII;<br>c) indica\u00e7\u00e3o das cargas perigosas &#8211; qualitativa e quantitativamente &#8211; segundo o c\u00f3digo IMDG, informando as que ser\u00e3o descarregadas no porto e as que permanecer\u00e3o a bordo, com sua respectiva localiza\u00e7\u00e3o.<br>29.6.3.2 Do exportador e seu preposto.<br>29.6.3.2.1 Na movimenta\u00e7\u00e3o de carga perigosa embalada para exporta\u00e7\u00e3o, o exportador ou seu preposto \u00e9 respons\u00e1vel<br>por garantir que a documenta\u00e7\u00e3o de que tratam as al\u00edneas \u201ca\u201d e \u201cb\u201d do subitem 29.6.3.1.1 esteja dispon\u00edvel para a<br>administra\u00e7\u00e3o do porto, OGMO e ao operador portu\u00e1rio, com anteced\u00eancia m\u00ednima de 48 h (quarenta e oito horas), da<br>entrega da carga no porto para armazenagem ou para embarque direto em navio.<br>29.6.3.3 Do respons\u00e1vel pela embarca\u00e7\u00e3o com cargas perigosas.<br>29.6.3.3.1 Durante todo o tempo de atraca\u00e7\u00e3o de uma embarca\u00e7\u00e3o com carga perigosa no porto, o seu comandante deve adotar os procedimentos contidos no seu plano de controle de emerg\u00eancias o qual, entre outros, deve assegurar:<br>a) manobras de emerg\u00eancia, reboque ou propuls\u00e3o;<br>b) manuseio seguro de carga e lastro;<br>c) controle de avarias.<br>29.6.3.3.2 O comandante deve informar imediatamente \u00e0 administra\u00e7\u00e3o do porto e ao operador portu\u00e1rio, qualquer<br>incidente ocorrido com as cargas perigosas que transporta, quer na viagem, quer durante sua perman\u00eancia no porto.<br>29.6.3.4 Cabe \u00e0 administra\u00e7\u00e3o do porto:<br>a) divulgar \u00e0 guarda portu\u00e1ria toda a rela\u00e7\u00e3o de cargas perigosas recebida do armador ou seu preposto;<br>b) manter em seu arquivo literatura t\u00e9cnica referente \u00e0s cargas perigosas, devidamente atualizadas;<br>c) criar e coordenar o Plano de Controle de Emerg\u00eancia (PCE);<br>d) participar do Plano de Ajuda M\u00fatua (PAM);29.6.3.5 Cabe ao OGMO, titular de instala\u00e7\u00e3o portu\u00e1rias de uso privativo ou empregador:<br>a) enviar aos sindicatos dos trabalhadores envolvidos com a opera\u00e7\u00e3o, c\u00f3pia da documenta\u00e7\u00e3o de que trata os subitens<br>29.6.3.1.1 e 29.6.3.2.1 desta NR com anteced\u00eancia m\u00ednima de 24 h (vinte e quatro horas) do in\u00edcio da opera\u00e7\u00e3o;<br>b) instruir o trabalhador portu\u00e1rio, envolvido nas opera\u00e7\u00f5es com cargas perigosas, quanto aos riscos existentes e<br>cuidados a serem observados durante o manejo, movimenta\u00e7\u00e3o, estiva e armazenagem nas zonas portu\u00e1rias;<br>c) participar da elabora\u00e7\u00e3o e execu\u00e7\u00e3o do PCE;<br>d) responsabilizar-se pela adequada prote\u00e7\u00e3o de todo o pessoal envolvido diretamente com a opera\u00e7\u00e3o;<br>e) supervisionar o uso dos equipamentos de prote\u00e7\u00e3o espec\u00edficos para a carga perigosa manuseada;<br>29.6.3.6 Cabe ao trabalhador:<br>a) habilitar-se por meio de cursos espec\u00edficos, oferecidos pelo OGMO, titular de instala\u00e7\u00e3o portu\u00e1ria de uso privativo<br>ou empregador, para opera\u00e7\u00f5es com carga perigosa;<br>b) comunicar ao respons\u00e1vel pela opera\u00e7\u00e3o as irregularidades observadas com as cargas perigosas;<br>c) participar da elabora\u00e7\u00e3o e execu\u00e7\u00e3o do PCE e PAM;<br>d) zelar pela integridade dos equipamentos fornecidos e instala\u00e7\u00f5es;<br>e) fazer uso adequado dos EPI e EPC fornecidos.<br>29.6.4 Nas opera\u00e7\u00f5es com cargas perigosas devem ser obedecidas as seguintes medidas gerais de seguran\u00e7a:<br>a) somente devem ser manipuladas, armazenadas e estivadas as subst\u00e2ncias perigosas que estiverem embaladas,<br>sinalizadas e rotuladas de acordo com o c\u00f3digo mar\u00edtimo internacional de cargas perigosas (IMDG);<br>b) as cargas relacionadas abaixo devem permanecer o tempo m\u00ednimo necess\u00e1rio pr\u00f3ximas \u00e0s \u00e1reas de opera\u00e7\u00e3o de<br>carga e descarga:<br>I. explosivos em geral;<br>II. gases inflam\u00e1veis (classe 2.1) e venenosos (classe 2.3);<br>III. radioativos;<br>IV. chumbo tetraetila;<br>V. poliestireno expans\u00edvel;<br>VI. perclorato de am\u00f4nia, e<br>VII.mercadorias perigosas acondicionadas em containeres refrigerados;<br>c) as cargas perigosas devem ser submetidas a cuidados especiais, sendo observadas, dentre outras, as provid\u00eancias<br>para ado\u00e7\u00e3o das medidas constantes das fichas de emerg\u00eancias a que se refere o subitem 29.6.3.1.1 al\u00ednea \u201cb\u201d desta<br>NR, inclusive aquelas cujas embalagens estejam avariadas ou que estejam armazenadas pr\u00f3ximas a cargas nessas<br>condi\u00e7\u00f5es;<br>d) \u00e9 vedado lan\u00e7ar na \u00e1guas, direta ou indiretamente, poluentes resultantes dos servi\u00e7os de limpeza e trato de<br>vazamento de carga perigosa.<br>29.6.4.1 Nas opera\u00e7\u00f5es com explosivos &#8211; Classe 1:<br>a) limitar a perman\u00eancia de explosivos nos portos ao tempo m\u00ednimo necess\u00e1rio;<br>b) evitar a exposi\u00e7\u00e3o dos explosivos aos raios solares;<br>c) manipular em separado as distintas divis\u00f5es de explosivos, salvo nos casos de comprovada compatibilidade;<br>d) adotar medidas de prote\u00e7\u00e3o contra inc\u00eandio e explos\u00f5es no local de opera\u00e7\u00e3o, incluindo proibi\u00e7\u00e3o de fumar e o<br>controle de qualquer fonte de igni\u00e7\u00e3o ou de calor;<br>e) impedir o abastecimento de combust\u00edveis na embarca\u00e7\u00e3o, durante essas opera\u00e7\u00f5es;<br>f) proibir a opera\u00e7\u00e3o com explosivos sob condi\u00e7\u00f5es atmosf\u00e9ricas adversas \u00e0 carga;<br>g) utilizar somente aparelhos e equipamentos cujas especifica\u00e7\u00f5es sejam adequadas ao risco;<br>h) estabelecer zona de sil\u00eancio na \u00e1rea de manipula\u00e7\u00e3o &#8211; proibi\u00e7\u00e3o do uso de transmissor de r\u00e1dio, telefone celular e<br>radar &#8211; exceto por permiss\u00e3o de pessoa respons\u00e1vel;<br>i) proibir a realiza\u00e7\u00e3o de trabalhos de reparos nas embarca\u00e7\u00f5es atracadas, carregadas com explosivos ou em outras, a<br>menos de 40 m (quarenta metros) dessa embarca\u00e7\u00e3o;<br>j) determinar que os explosivos sejam as \u00faltimas cargas a embarcar e as primeiras a desembarcar.<br>29.6.4.2 Opera\u00e7\u00f5es com gases e l\u00edquidos inflam\u00e1veis &#8211; Classes 2 e 3:<br>a) adotar medidas de prote\u00e7\u00e3o contra inc\u00eandio e explos\u00f5es, incluindo especialmente a proibi\u00e7\u00e3o de fumar, o controle de<br>qualquer fonte de igni\u00e7\u00e3o e de calor, os aterramentos el\u00e9tricos necess\u00e1rios, bem como a utiliza\u00e7\u00e3o dos equipamentos<br>el\u00e9tricos adequados \u00e0 \u00e1rea classificada;<br>b) depositar os recipientes de gases em lugares arejados e protegidos dos raios solares;<br>c) utilizar os capacetes protetores das v\u00e1lvulas dos cilindros durante, a movimenta\u00e7\u00e3o afim de proteg\u00ea-las contra<br>impacto ou tens\u00e3o;<br>d) prevenir impactos e quedas dos recipientes nas plataformas do cais, nos armaz\u00e9ns e por\u00f5es;<br>e) segregar, em todas as etapas das opera\u00e7\u00f5es, os gases, l\u00edquidos inflam\u00e1veis e t\u00f3xicos dos produtos aliment\u00edcios e das<br>demais classes incompat\u00edveis;<br>f) observar as seguintes recomenda\u00e7\u00f5es, nas opera\u00e7\u00f5es com gases e l\u00edquidos inflam\u00e1veis, sem preju\u00edzo do disposto na<br>NR-16 (Atividades e Opera\u00e7\u00f5es Perigosas) e NR-20 (L\u00edquidos Combust\u00edveis e Inflam\u00e1veis):<br>I. isolar a \u00e1rea a partir do ponto de descarga durante as opera\u00e7\u00f5es;<br>II. manter a fia\u00e7\u00e3o e terminais el\u00e9tricos com isolamento perfeito e com os respectivos tamp\u00f5es, inclusive os<br>instalados nos guindastes;<br>III. manter os guindastes totalmente travados, tanto no solo como nas superestruturas;<br>IV. realizar inspe\u00e7\u00f5es visuais e testes peri\u00f3dicos nos mangotes, mantendo-as em boas condi\u00e7\u00f5es de uso<br>operacional;<br>V. fiscalizar permanentemente a opera\u00e7\u00e3o, paralisando-a sob qualquer condi\u00e7\u00e3o de anormalidade operacional;<br>VI. alojar, nos abrigos de material de combate a inc\u00eandio, os equipamentos necess\u00e1rios ao controle de<br>emerg\u00eancias;<br>VII. instalar na \u00e1rea delimitada, durante a opera\u00e7\u00e3o e em locais de f\u00e1cil visualiza\u00e7\u00e3o, placas em fundo branco, com<br>os seguintes dizeres pintados em vermelho reflexivo: N\u00c3O FUME &#8211; NO SMOKING; N\u00c3O USE L\u00c2MPADAS<br>DESPROTEGIDAS &#8211; NO OPEN LIGHTS;<br>VIII. instalar na \u00e1rea delimitada da faixa do cais, onde se encontram as tomadas e v\u00e1lvulas de gases e l\u00edquidos<br>inflam\u00e1veis, placa com fundo branco, pintadas em vermelho reflexivo e em local de f\u00e1cil visualiza\u00e7\u00e3o, com os<br>dizeres: N\u00c3O FUME &#8211; NO SMOKING; N\u00c3O USE L\u00c2MPADAS DESPROTEGIDAS &#8211; NO OPEN LIGHTS.<br>g) manter os caminh\u00f5es tanques usados nas opera\u00e7\u00f5es com inflam\u00e1veis l\u00edquidos a granel em conformidade com a<br>legisla\u00e7\u00e3o sobre transporte de produtos perigosos.<br>29.6.4.3 Opera\u00e7\u00f5es com s\u00f3lidos e outras subst\u00e2ncias inflam\u00e1veis &#8211; Classe 4:<br>a) adotar medidas preventivas para controle n\u00e3o somente do risco principal, como tamb\u00e9m dos riscos secund\u00e1rios,<br>como toxidez e corrosividade, encontrados em algumas subst\u00e2ncias desta classe;<br>b) adotar as pr\u00e1ticas de seguran\u00e7a, relativas \u00e0s cargas s\u00f3lidas a granel, que constam do suplemento ao c\u00f3digo IMDG;<br>c) utilizar medidas de prote\u00e7\u00e3o contra inc\u00eandio e explos\u00f5es, incluindo especialmente a proibi\u00e7\u00e3o de fumar e o controle<br>de qualquer fonte de igni\u00e7\u00e3o e de calor;<br>d) adotar medidas que impe\u00e7am o contato da \u00e1gua com subst\u00e2ncias das subclasses 4.2 &#8211; subst\u00e2ncias sujeitas a<br>combust\u00e3o espont\u00e2nea e 4.3 &#8211; subst\u00e2ncias perigosas em contato com a \u00e1gua;<br>e) adotar medidas que evitem a fric\u00e7\u00e3o e impactos com a carga;<br>f) ventilar o local de opera\u00e7\u00e3o que cont\u00e9m ou conteve subst\u00e2ncias da Classe 4, antes dos trabalhadores terem acesso ao<br>mesmo. No caso de concentra\u00e7\u00e3o de gases, os trabalhadores que adentrem neste espa\u00e7o devem portar aparelhos de<br>respira\u00e7\u00e3o aut\u00f4noma, cintos de seguran\u00e7a com dispositivos de engate, travamento e cabo de arrasto;<br>g) monitorar, antes e durante a opera\u00e7\u00e3o de descarga de carv\u00e3o ou pr\u00e9-reduzidos de ferro, a temperatura do por\u00e3o e a<br>presen\u00e7a de hidrog\u00eanio ou outros gases no mesmo, para as provid\u00eancias devidas.<br>29.6.4.4 Opera\u00e7\u00f5es com subst\u00e2ncias oxidantes e per\u00f3xidos org\u00e2nicos &#8211; Classe 5:.<br>a) adotar medidas de seguran\u00e7a contra os riscos espec\u00edficos desta classe e os secund\u00e1rios, como corros\u00e3o e toxidez, que<br>ela possa apresentar;<br>b) adotar medidas que impossibilitem o contato das subst\u00e2ncias dessa classe com os materiais \u00e1cidos, \u00f3xidos met\u00e1licos<br>e aminas;<br>c) monitorar e controlar a temperatura externa<br>, at\u00e9 seu limite m\u00e1ximo, dos tanques que contenham per\u00f3xidos<br>org\u00e2nicos;<br>d) adotar medidas de prote\u00e7\u00e3o contra inc\u00eandio e explos\u00f5es, incluindo especialmente a proibi\u00e7\u00e3o de fumar e o controle<br>de qualquer fonte de igni\u00e7\u00e3o e de calor.<br>29.6.4.5 Nas opera\u00e7\u00f5es com subst\u00e2ncias t\u00f3xicas e infectantes &#8211; Classe 6:<br>a) segregar subst\u00e2ncias desta classe dos produtos aliment\u00edcios;<br>b) manipular cuidadosamente as cargas, especialmente aquelas simultaneamente t\u00f3xicas e inflam\u00e1veis;<br>c) restringir o acesso \u00e0 \u00e1rea operacional e circunvizinha, somente ao pessoal envolvido nas opera\u00e7\u00f5es;<br>d) dispor de conjuntos adequados de EPC e EPI, para o caso de avarias ou na movimenta\u00e7\u00e3o de graneis da Classe 6 ;<br>e) dispor, no local das opera\u00e7\u00f5es, de sacos com areia limpa e seca ou similar, para absorver e conter derramamentos;<br>f) proibir a participa\u00e7\u00e3o de trabalhadores, na manipula\u00e7\u00e3o destas cargas, principalmente da Classe 6.2 (Subst\u00e2ncias<br>Infectantes) quando portadores de erup\u00e7\u00f5es, \u00falceras ou cortes na pele;<br>g) proibir comer, beber ou fumar na \u00e1rea operacional e nas proximidades;<br>29.6.4.6 Nas opera\u00e7\u00f5es com materiais radioativos &#8211; Classe 7:<br>a) exigir que as embarca\u00e7\u00f5es de bandeira estrangeira que transportem materiais radioativos apresentem, para a<br>admiss\u00e3o no porto, a documenta\u00e7\u00e3o fixada no &#8220;Regulamento para o Transporte com Seguran\u00e7a de Materiais<br>Radioativos&#8221;, da Ag\u00eancia Internacional de Energia At\u00f4mica. No caso de embarca\u00e7\u00f5es de bandeira brasileira, dever\u00e1<br>ser atendida a &#8220;Norma de Transporte de Materiais Radioativos&#8221; &#8211; Resolu\u00e7\u00e3o da Comiss\u00e3o Nacional de Energia<br>Nuclear &#8211; CNEN 13\/80 e Norma CNEN-NE 5.01\/88 e altera\u00e7\u00f5es posteriores;<br>b) obedecer as normas de segrega\u00e7\u00e3o desses materiais, constantes no IMDG, com as dist\u00e2ncias de afastamento<br>aplic\u00e1veis;<br>c) c) a autoriza\u00e7\u00e3o para a atraca\u00e7\u00e3o de embarca\u00e7\u00e3o com carga da Classe 7 &#8211; materiais radioativos, deve ser precedida de<br>ado\u00e7\u00e3o de medidas de seguran\u00e7a indicadas por pessoa competente em prote\u00e7\u00e3o radiol\u00f3gica. Entende-se por pessoa<br>competente, neste caso, o Supervisor de Prote\u00e7\u00e3o Radiol\u00f3gica &#8211; SPR conforme a Norma 3.03 da CNEN e altera\u00e7\u00f5es<br>posteriores;<br>d) monitorar e controlar a exposi\u00e7\u00e3o de trabalhadores \u00e0s radia\u00e7\u00f5es conforme crit\u00e9rios estabelecidos pela NE-3.01 e NE5.01 &#8211; Diretrizes B\u00e1sicas de Radioprote\u00e7\u00e3o da CNEN e altera\u00e7\u00f5es posteriores;<br>e) adotar medidas de segrega\u00e7\u00e3o e isolamento com rela\u00e7\u00e3o a pessoas e outras cargas, estabelecendo uma zona de<br>seguran\u00e7a para o trabalho, por meio de placas de seguran\u00e7a, sinaliza\u00e7\u00e3o, cordas e dispositivos luminosos, definidos<br>pelo SPR, conforme o caso.<br>29.6.4.7 Nas opera\u00e7\u00f5es com subst\u00e2ncias corrosivas &#8211; Classe 8:<br>a) adotar medidas de seguran\u00e7a que impe\u00e7am o contato de subst\u00e2ncias dessa classe com a \u00e1gua ou com temperatura<br>elevada;<br>b) utilizar medidas de prote\u00e7\u00e3o contra inc\u00eandio e explos\u00f5es, incluindo especialmente a proibi\u00e7\u00e3o de fumar e o controle<br>de qualquer fonte de igni\u00e7\u00e3o e de calor;<br>c) dispor, no local das opera\u00e7\u00f5es, de sacos com areia limpa e seca ou similar, para absorver e conter eventuais<br>derramamentos.<br>29.6.4.8 Nas opera\u00e7\u00f5es com subst\u00e2ncias perigosas diversas &#8211; Classe 9:<br>a) adotar medidas preventivas dos riscos dessas subst\u00e2ncias, que podem ser inflam\u00e1veis, irritantes e, afora outros<br>riscos, pass\u00edveis de uma decomposi\u00e7\u00e3o ou altera\u00e7\u00e3o durante o transporte;<br>b) rotular as embalagens com o nome t\u00e9cnico dessas subst\u00e2ncias, marcados de forma indel\u00e9vel;<br>c) utilizar medidas de prote\u00e7\u00e3o contra inc\u00eandio e explos\u00f5es, incluindo especialmente a proibi\u00e7\u00e3o de fumar e o<br>controle de qualquer fonte de igni\u00e7\u00e3o e de calor;<br>d) dispor, no local das opera\u00e7\u00f5es, de sacos com areia limpa e seca ou similar, para absorver e conter derramamentos;<br>e) adotar medidas de controle de aerodispers\u00f3ides.<br>29.6.5 Armazenamento de cargas perigosas.<br>29.6.5.1 A administra\u00e7\u00e3o portu\u00e1ria, em conjunto com o SESSTP, deve fixar em cada porto, a quantidade m\u00e1xima total<br>por classe e subclasse de subst\u00e2ncias a serem armazenadas na zona portu\u00e1ria, obedecendo-se as recomenda\u00e7\u00f5es contidas<br>na tabela de segrega\u00e7\u00e3o, Anexo IX.<br>29.6.5.2 Os dep\u00f3sitos de cargas perigosas devem ser compat\u00edveis com as caracter\u00edsticas dos produtos a serem<br>armazenados.<br>29.6.5.3 N\u00e3o ser\u00e3o armazenadas cargas perigosas em embalagens inadequadas ou avariadas.<br>29.6.5.4 Deve ser realizada vigil\u00e2ncia permanente e inspe\u00e7\u00e3o di\u00e1ria da carga armazenada, adotando-se, nos casos de<br>avarias, os procedimentos previstos na respectiva ficha de emerg\u00eancia referida no subitem 29.6.3.1 al\u00ednea \u201cb\u201d desta<br>norma.<br>29.6.5.6 Armazenamento de explosivos<br>29.6.5.6.1 N\u00e3o \u00e9 permitido o armazenamento de explosivos na \u00e1rea portu\u00e1ria, e a sua movimenta\u00e7\u00e3o ser\u00e1 efetuada<br>conforme o disposto na NR-19 (Explosivos).<br>29.6.5.7 Armazenamento de gases e de l\u00edquidos inflam\u00e1veis.<br>29.6.5.7.1 No armazenamento de gases e de l\u00edquidos inflam\u00e1veis ser\u00e1 observada a NR-20 (Combust\u00edveis L\u00edquidos e<br>Inflam\u00e1veis), a NBR 7505 (Armazenamento de Petr\u00f3leo e seus Derivados L\u00edquidos) e as seguintes prescri\u00e7\u00f5es gerais:<br>a) os gases inflam\u00e1veis ou t\u00f3xicos devem ser depositados em lugares adequadamente ventilados e protegidos contra as<br>intemp\u00e9ries, incid\u00eancia dos raios solares e \u00e1gua do mar, longe de habita\u00e7\u00f5es e de qualquer fonte de igni\u00e7\u00e3o e calor<br>que n\u00e3o esteja sob controle;<br>b) no caso de suspeita de vazamento de gases, devem ser adotadas as medidas de seguran\u00e7a constantes do PCE, a que<br>se refere o item 29.6.6 desta NR;<br>c) os gases inflam\u00e1veis ser\u00e3o armazenados, adequadamente segregados de outras cargas perigosas, conforme tabela de<br>segrega\u00e7\u00e3o (Anexo IX) e completamente isolados de alimentos;<br>d) os armaz\u00e9ns e os tanques de inflam\u00e1veis a granel devem ser providos de instala\u00e7\u00f5es e equipamentos de combate a<br>inc\u00eandio.<br>29.6.5.8 Armazenamento de inflam\u00e1veis s\u00f3lidos<br>29.6.5.8.1 No armazenamento de inflam\u00e1veis s\u00f3lidos devem ser utilizados dep\u00f3sitos especiais e observadas as seguintes<br>prescri\u00e7\u00f5es gerais:<br>a) os recipientes devem ser armazenados em compartimentos bem ventilados ou ao ar livre, protegidos de intemp\u00e9ries,<br>\u00e1gua do mar, bem como de fontes de calor e de igni\u00e7\u00e3o que n\u00e3o estejam sob controle;<br>b) os s\u00f3lidos inflam\u00e1veis da subclasse 4.1 podem ser armazenados em lugares abertos ou fechados;<br>c) os das subclasses 4.2 e 4.3 devem ser depositados em lugares ventilados, rigorosamente protegidos do contato com<br>a \u00e1gua e a umidade;<br>d) no caso de subst\u00e2ncias t\u00f3xicas, isolar rigorosamente dos g\u00eaneros aliment\u00edcios;<br>e) as subst\u00e2ncias desta classe devem ser armazenadas de conformidade com a tabela de segrega\u00e7\u00e3o no Anexo IX.<br>29.6.5.9 Armazenamento de oxidantes e per\u00f3xidos.<br>29.6.5.9.1 O armazenamento de produtos da Classe 5 ser\u00e1 feito em dep\u00f3sitos espec\u00edficos.<br>29.6.5.9.2 Antes de armazenar estes produtos, verificar se o local est\u00e1 limpo, sem a presen\u00e7a de material combust\u00edvel ou<br>inflam\u00e1vel.<br>29.6.5.9.3 Obedecer \u00e0 segrega\u00e7\u00e3o das cargas desta Classe 5, com outras incompat\u00edveis, de conformidade com a tabela<br>de segrega\u00e7\u00e3o (Anexo IX).<br>29.6.5.9.4 Durante o armazenamento, os per\u00f3xidos org\u00e2nicos devem ser mantidos refrigerados e longe de qualquer<br>fonte artificial de calor ou igni\u00e7\u00e3o.<br>29.6.5.10 Armazenamento de subst\u00e2ncias t\u00f3xicas e infectantes.<br>29.6.5.10.1 Subst\u00e2ncias t\u00f3xicas devem ser armazenadas em dep\u00f3sitos especiais, espa\u00e7os bem ventilados e em<br>recipientes que poder\u00e3o ficar ao ar livre, desde que protegidos do sol, de intemp\u00e9ries ou da \u00e1gua do mar.<br>29.6.5.10.2 Quando as subst\u00e2ncias t\u00f3xicas forem armazenadas em recintos fechados, estes locais devem dispor de<br>ventila\u00e7\u00e3o for\u00e7ada. O armazenamento dessas subst\u00e2ncias deve ser feito mantendo sob controle o risco das fontes de<br>calor, incluindo fa\u00edscas, chamas ou canaliza\u00e7\u00e3o de vapor.<br>29.6.5.10.3 Para evitar contamina\u00e7\u00e3o, as subst\u00e2ncias desta classe devem ser armazenadas em ambie<br>ntes distintos dos de<br>g\u00eaneros aliment\u00edcios.<br>29.6.5.10.4 No armazenamento ser\u00e1 observada a tabela de segrega\u00e7\u00e3o, constante do anexo IX.<br>29.6.5.10.5 As subst\u00e2ncias da subclasse 6.2 s\u00f3 poder\u00e3o ser armazenadas em car\u00e1ter excepcional e mediante autoriza\u00e7\u00e3o<br>da vigil\u00e2ncia sanit\u00e1ria.<br>29.6.5.11 Armazenamento de subst\u00e2ncias radioativas.<br>29.6.5.11.1 O armazenamento de subst\u00e2ncias radioativas ser\u00e1 feito em dep\u00f3sitos especiais, de acordo com as<br>recomenda\u00e7\u00f5es da CNEN;<br>29.6.5.11.2 No armazenamento destas cargas, ser\u00e1 obedecida a tabela de segrega\u00e7\u00e3o do anexo IX.<br>29.6.5.12 Armazenamento de subst\u00e2ncias corrosivas.<br>29.6.5.12.1 As subst\u00e2ncias corrosivas devem ser armazenadas em locais abertos ou em recintos fechados bem<br>ventilados.<br>29.6.5.12.2 Quando a c\u00e9u aberto, as embalagens devem ficar protegidas de intemp\u00e9ries ou de \u00e1gua, mantendo sob<br>controle os riscos das fontes de calor, chamas, fa\u00edscas ou canaliza\u00e7\u00f5es de vapor.<br>29.6.5.12.3 No armazenamento destas cargas, deve ser obedecida a tabela de segrega\u00e7\u00e3o do anexo IX.<br>29.6.5.13 Armazenamento de subst\u00e2ncias perigosas diversas.<br>29.6.5.13.1 As subst\u00e2ncias desta classe, armazenadas em lugares abertos ou fechados, devem receber os cuidados<br>preventivos aos seus riscos principal e secund\u00e1rios.<br>29.6.5.13.2 No armazenamento destas cargas, aplica-se a tabela de segrega\u00e7\u00e3o, conforme anexo IX, ficando segregadas<br>de alimentos.<br>29.6.6 Plano de Controle de Emerg\u00eancia \u2013 PCE e Plano de Ajuda M\u00fatua \u2013 PAM.<br>29.6.6.1 Devem ser adotados procedimentos de emerg\u00eancia, primeiros socorros e atendimento m\u00e9dico.<br>Constando para cada classe de risco a respectiva ficha, nos locais de opera\u00e7\u00e3o dos produtos perigosos.<br>29.6.6.2 Os trabalhadores devem ter treinamento espec\u00edfico em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s opera\u00e7\u00f5es com produtos perigosos.<br>29.6.6.3 O plano de atendimento \u00e0s situa\u00e7\u00f5es de emerg\u00eancia deve ser abrangente, permitindo o controle dos sinistros<br>potenciais, como explos\u00e3o, contamina\u00e7\u00e3o ambiental por produto t\u00f3xico, corrosivo, radioativo e outros agentes<br>agressivos, inc\u00eandio, abalroamento e colis\u00e3o de embarca\u00e7\u00e3o com o cais.<br>29.6.6.4 Os PCE e PAM devem prever a\u00e7\u00f5es em terra e a bordo, e dever\u00e1 ser exibido aos agentes da inspe\u00e7\u00e3o do<br>trabalho, quando solicitado.<br>ANEXO I \u2013 MAPAS<br>MAPA I<br>Acidente com Vitima <strong><em><strong><em>_________________________________<\/em><\/strong><\/em><\/strong> Data do Mapa: <strong><em>\/<\/em><\/strong>\/<strong><em>_ Respons\u00e1vel: <strong>_______________________________________________Assinatura: _______________<\/strong><\/em><\/strong><br><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity\"\/>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Local<br>N\u00b0<br>Absoluto<br>(Abs)<br>N\u00b0 Abs<br>c\/afast.<br>\u00a3 15 dias<br>N\u00b0 Abs<br>c\/afast.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p class=\"wp-block-paragraph\">15 dias<br>N\u00b0 Abs<br>s\/afast<br>\u00cdndice relativo<br>total de<br>Trabalhadores<br>Dias\/Home<br>m perdidos<br>Taxa de<br>Freq\u00fc\u00eancia \u00d3bitos<br>\u00cdndice de<br>avalia\u00e7\u00e3o<br>da<br>gravidade<br>Total do<br>Setor<br>MAPA II<br>Doen\u00e7as Ocupacionais: <strong><em><strong><em>__________________________________<\/em><\/strong><\/em><\/strong> Data do Mapa: <strong><em>\/<\/em><\/strong>\/<strong><em>_ Respons\u00e1vel: <strong>__________________________________________<\/strong><\/em><\/strong> Assinatura: <strong><em><strong><em>_________<\/em><\/strong><\/em><\/strong><\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Tipo de Doen\u00e7a N\u00b0 Absoluto<br>de caso<br>Setores de<br>atividades dos<br>portadores<br>N\u00b0 relativo<br>de casos<br>N\u00b0 de<br>\u00d3bitos<br>N\u00b0 de trabalhadores<br>transferidos p\/ outra atividade<br>N\u00b0 de Trabalhadores<br>definitivamente<br>incapacitados<br>(*) codificar no verso. Por exemplo, 1- Servi\u00e7o de estiva, 2- Conserto de Carga, 3 &#8211; Capatazia.<br>MAPA III<br>INSALUBRIDADE: <strong><em><strong><em>____________<\/em><\/strong><\/em><\/strong> <strong><em><strong><em>__________<\/em><\/strong><\/em><\/strong><br>DATA: <strong><em>\/<\/em><\/strong>\/<strong><em>_ Respons\u00e1vel: <strong><em>______________________<\/em><\/strong><\/em><\/strong> Assinatura:<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity\"\/>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Setor\/Atividade Agentes<br>Identificados<br>Intensidade<br>ou<br>Concentra\u00e7\u00e3<br>o<br>N\u00b0 de<br>Trabalhadores<br>Expostos<br>MAPA IV<br>ACIDENTES SEM V\u00cdTIMA <strong><em><strong><em>______________________________<\/em><\/strong><\/em><\/strong> Data do Mapa: <strong><em>\/<\/em><\/strong>\/<strong><em>_ Respons\u00e1vel: <strong><em>________________________________________<\/em><\/strong><\/em><\/strong> Assinatura: <strong><em><strong><em>__________<\/em><\/strong><\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Total do Estabelecimento<br>ANEXO II \u2013 FICHA DE INDENTIFICA\u00c7\u00c3O<br>MINIST\u00c9RIO DO TRABALHO E EMPREGO<br>Ficha de Identifica\u00e7\u00e3o<br>NR-29<br>Anexo<br>Identifica\u00e7\u00e3o<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Raz\u00e3o Social <strong><em><strong><em>_________________________________________________________<\/em><\/strong><\/em><\/strong><\/li>\n\n\n\n<li>Endere\u00e7o: <strong><em><strong><em>___________________________________________________________<\/em><\/strong><\/em><\/strong><br>Bairro: <strong><em><strong><em>_________________<\/em><\/strong><\/em><\/strong> Munic\u00edpio <strong><em><strong><em>________________<\/em><\/strong><\/em><\/strong> UF: <strong><em>_ CEP: <strong>__<\/strong><\/em><\/strong> Telefone: ( ) <strong><em><strong><em>_<\/em><\/strong><\/em><\/strong><em> Fax: <strong><em><strong>__<\/strong><\/em><\/strong><\/em> E\u2013Mail <strong><em><strong><em>____<\/em><\/strong><\/em><\/strong><\/li>\n\n\n\n<li>N\u00famero do CGC: <strong><em><strong><em>_____<\/em><\/strong><\/em><\/strong> 04. CNAE: <strong><em><strong><em>_<\/em><\/strong><\/em><\/strong> 05. No Registro: <em><br>Data do In\u00edcio da Atividade:<\/em><\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Dados Gerais Quant Informa\u00e7\u00f5es Gerais Sim N\u00e3o<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"7\" class=\"wp-block-list\">\n<li>N\u00b0 de Reuni\u00f5es Ordin\u00e1rias no Trimestre<\/li>\n\n\n\n<li>N\u00b0 de representantes na CPATP<\/li>\n\n\n\n<li>N\u00b0 de Trabalhadores capacitados em preven\u00e7\u00e3o<br>de acidentes<\/li>\n\n\n\n<li>N\u00b0 total de horas empregadas em capacita\u00e7\u00e3o<\/li>\n\n\n\n<li>N\u00b0 de investiga\u00e7\u00f5es e inspe\u00e7\u00f5es realizadas pela<br>CPATP<\/li>\n\n\n\n<li>N\u00ba de reuni\u00f5es extraordin\u00e1rias no semestre<\/li>\n\n\n\n<li>O respons\u00e1vel pelo setor do acidentes<br>compareceu a reuni\u00e3o extraordin\u00e1ria?<\/li>\n\n\n\n<li>A CPATP tem recebido sugest\u00f5es dos<br>trabalhadores?<\/li>\n\n\n\n<li>Existe SESSTP?<\/li>\n\n\n\n<li>A CPATP foi orientada pelo SESSTP?<\/li>\n\n\n\n<li>A CPATP recebeu orienta\u00e7\u00e3o da DRT ou<br>Fundacentro?<\/li>\n\n\n\n<li>Todos os representantes da CPATP foram<br>capacitados em Preven\u00e7\u00e3o de Acidentes?<br>Informa\u00e7\u00f5es Estat\u00edsticas Ano Base: <strong><em>Semestre: <strong><em>_<\/em><\/strong><\/em><\/strong><\/li>\n\n\n\n<li>N\u00b0 m\u00e9dio de trabalhadores no semestre: <strong><em><strong>__<\/strong><\/em><\/strong><\/li>\n\n\n\n<li>N\u00b0 de homens horas trabalhadas no semestre: <strong><em>_<\/em><\/strong><br>N\u00famero Acidente T\u00edpico Doen\u00e7a Profissional Acidente de Trajeto<br>Mortes 21. 22. 23.<br>Acidentes 24. 25. 26.<br>Dias Perdidos 27. 28. 29.<br>Dias Debitados 30. 31. 32.<\/li>\n\n\n\n<li>Resumo das Recomenda\u00e7\u00f5es<br>A presente declara\u00e7\u00e3o \u00e9 a express\u00e3o da verdade<br>Local: <strong><em><strong><em>_____<\/em><\/strong><\/em><\/strong> Data: <strong><em>\/<\/em><\/strong>\/<strong><em>_ Nome: <strong><em>__________________________<\/em><\/strong><\/em><\/strong><\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity\"\/>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Assinatura do Representante da CPATP<br>Instru\u00e7\u00f5es de preenchimento do anexo II<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Raz\u00e3o social ou denomina\u00e7\u00e3o do empregador, do operador portu\u00e1rio ou OGMO.<\/li>\n\n\n\n<li>Dados referentes a localiza\u00e7\u00e3o do estabelecimento (Porto, Instala\u00e7\u00e3o Portu\u00e1ria de uso privativo e retroportu\u00e1ria.<\/li>\n\n\n\n<li>N\u00famero de inscri\u00e7\u00e3o no cadastro geral de contribuintes do Minist\u00e9rio da Fazenda &#8211; CGC da empresa, incluindo<br>complemento e digito de controle do estabelecimento.<\/li>\n\n\n\n<li>CNAE &#8211; C\u00f3digo Nacional de Atividade Econ\u00f4mica<\/li>\n\n\n\n<li>N\u00famero do registro da CPATP na DRT.<\/li>\n\n\n\n<li>M\u00eas e ano do inicio da atividade da empresa.<br>Dados Gerais<\/li>\n\n\n\n<li>N\u00famero de reuni\u00f5es ordin\u00e1rias no semestre realizadas pela CPATP<\/li>\n\n\n\n<li>N\u00famero de representantes na CPATP (empregadores + trabalhadores)<\/li>\n\n\n\n<li>N\u00famero de trabalhadores capacitados em preven\u00e7\u00e3o de acidentes do trabalho no semestre.<\/li>\n\n\n\n<li>N\u00famero de horas utilizados para a capacita\u00e7\u00e3o dos trabalhadores indicados no item 9.<\/li>\n\n\n\n<li>N\u00famero de investiga\u00e7\u00f5es e inspe\u00e7\u00f5es realizadas pelos representantes da CPATP durante o semestre.<\/li>\n\n\n\n<li>N\u00famero de reuni\u00f5es realizadas no semestre, em car\u00e1ter extraordin\u00e1rio, em face de ocorr\u00eancia de morte ou de<br>acidentes que tenham ocasionado graves preju\u00edzos pessoais ou materiais.<br>Informa\u00e7\u00f5es Gerais<br>De 13 a 18, assinalar com \u201cX\u201d a resposta conveniente.<br>Informa\u00e7\u00f5es Estat\u00edsticas<\/li>\n\n\n\n<li>N\u00famero m\u00e9dio de Trabalhadores no semestre: \u00e9 a soma total dos trabalhadores Portu\u00e1rios (por m\u00eas) com contrato<br>por tempo indeterminado mais os avulsos tomados no semestre divididos por seis.<\/li>\n\n\n\n<li>Horas-Homem trabalhadas no semestre (HHT): \u00e9 o numero total de horas efetivamente trabalhadas no semestre,<br>inclu\u00eddas as horas extraordin\u00e1rias.<\/li>\n\n\n\n<li>Total de trabalhadores no semestre, vitimas por acidentes do trabalho, com perda de vida.<\/li>\n\n\n\n<li>Total de trabalhadores no semestre vitimados por doen\u00e7as profissionais com perdas de vida.<\/li>\n\n\n\n<li>Total de trabalhadores, no semestre, vitimas de acidentes de trajeto com perda de vida.<\/li>\n\n\n\n<li>Total de vitimas de acidentes do trabalho, no semestre, com les\u00e3o pessoal que cause incapacidade total, tempor\u00e1ria<br>ou permanente, para o trabalho.<\/li>\n\n\n\n<li>Total de doentes no semestre, vitimados por doen\u00e7as profissionais com incapacidade tempor\u00e1ria total e incapacidade<br>permanente parcial ou total.<\/li>\n\n\n\n<li>Total de dias no semestre, perdidos em decorr\u00eancia de acidentes de trajeto com perda total ou tempor\u00e1ria da<br>capacidade de trabalho.<\/li>\n\n\n\n<li>Total de dias, no semestre, perdidos em decorr\u00eancia de acidentes do trabalho com perda total ou tempor\u00e1ria da<br>capacidade de trabalho.<\/li>\n\n\n\n<li>Total de dias, no semestre, perdidos em decorr\u00eancia de doen\u00e7as profissionais, com perda total e tempor\u00e1ria da<br>capacidade de trabalho.<\/li>\n\n\n\n<li>Total de dias, no semestre, perdidos em decorr\u00eancia de acidentes de trajeto com perda total ou tempor\u00e1ria da<br>capacidade de trabalho.<\/li>\n\n\n\n<li>Total de dias, no semestre, debitado em decorr\u00eancia de acidente do trabalho com morte ou perda permanente,<br>parcial ou total, da capacidade de trabalho. Para atribui\u00e7\u00e3o de dias debitados ser\u00e1 utilizada a tabela do Quadro 1A da<br>NR-5.<\/li>\n\n\n\n<li>Total de dias, no semestre, debitados em decorr\u00eancia por doen\u00e7as profissionais com morte ou perda permanente<br>parcial ou total da capacidade de trabalho. Para atribui\u00e7\u00e3o de dias debitados ser\u00e1 utilizada a tabela do Quadro 1A da<br>NR-5.<\/li>\n\n\n\n<li>Total de dias, no semestre, debitado em decorr\u00eancia de acidentes de trajeto com morte ou perda permanente parcial<br>ou total da capacidade de trabalho. Para atribui\u00e7\u00e3o de dias debitados ser\u00e1 utilizada a tabela do Quadro 1A da NR-5.<\/li>\n\n\n\n<li>A ser preenchido pela CPATP, com o resumo das recomenda\u00e7\u00f5es enviadas ao do empregador, ao OGMO, ao<br>tomador de servi\u00e7o, conforme o caso, e ao SESSTP, referentes ao semestre, bem como o resumo das medidas adotadas.<br>ANEXO III<br>Curr\u00edculo b\u00e1sico do curso para componentes da CPATP<\/li>\n\n\n\n<li>Organiza\u00e7\u00e3o do trabalho e riscos ambientais.<\/li>\n\n\n\n<li>Mapeamento de risco.<br>a) Riscos f\u00edsicos;<br>b) Riscos qu\u00edmicos;<br>c) Riscos biol\u00f3gicos;<br>d) Riscos ergon\u00f4micos;<br>e) Riscos de acidentes.<\/li>\n\n\n\n<li>Introdu\u00e7\u00e3o \u00e0 seguran\u00e7a do trabalho.<br>a) Acidentes do trabalho.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Conceito legal; conceito prevencionista; outros casos considerados como acidentes do trabalho;<br>b) Causas dos acidentes do trabalho;<br>c) Equipamentos portu\u00e1rios sob os aspectos da seguran\u00e7a.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Inspe\u00e7\u00e3o de seguran\u00e7a.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Conceito de import\u00e2ncia; objetivos; levantamento das condi\u00e7\u00f5es ambientais e de trabalho; relat\u00f3rio.<br>5 &#8211; Investiga\u00e7\u00e3o dos acidentes.<\/li>\n\n\n\n<li>Procura das causas do acidente; fonte da les\u00e3o; fator pessoal de inseguran\u00e7a; natureza da les\u00e3o, localiza\u00e7\u00e3o da<br>les\u00e3o, levantamento das condi\u00e7\u00f5es ambientais e de trabalho.<br>6 &#8211; An\u00e1lise dos acidentes.<\/li>\n\n\n\n<li>Comunica\u00e7\u00e3o do acidente; cadastro de acidentados; levantamento das causas dos acidentes; medidas de seguran\u00e7a<br>a serem adotadas; taxa de freq\u00fc\u00eancia; taxa de gravidade e estat\u00edstica de acidentes.<br>7 &#8211; Campanhas de seguran\u00e7a.<\/li>\n\n\n\n<li>SIPATP (Semana Interna de Preven\u00e7\u00e3o de Acidentes do Trabalho Portu\u00e1rio); CANPAT (Campanha Nacional de<br>Preven\u00e7\u00e3o de Acidentes do Trabalho); campanhas internas.<br>8 &#8211; Equipamento de Prote\u00e7\u00e3o Individual\/Coletivo &#8211; EPI\/EPC<\/li>\n\n\n\n<li>Exig\u00eancia legal para empresa e empregados; EPI\/EPC de uso permanente; EPI\/EPC de uso tempor\u00e1rio; rela\u00e7\u00e3o<br>dos EPI\/EPC mais usados e as formas de sua utiliza\u00e7\u00e3o.<br>9 &#8211; Princ\u00edpios b\u00e1sicos de preven\u00e7\u00e3o de inc\u00eandios<\/li>\n\n\n\n<li>Normas b\u00e1sicas; procedimentos em caso de inc\u00eandio; classe de inc\u00eandio e tipos de equipamentos para seu<br>combate, t\u00e1tica e t\u00e9cnicas de combate a inc\u00eandios.<br>10 &#8211; Estudo da NR-29 e NR-5<\/li>\n\n\n\n<li>Organiza\u00e7\u00e3o e funcionamento da CPATP, preenchimento do Anexo I da NR-29.<br>11 &#8211; Reuni\u00f5es da CPATP<\/li>\n\n\n\n<li>Organiza\u00e7\u00e3o e finalidade; forma de atua\u00e7\u00e3o dos representantes; reuni\u00f5es ordin\u00e1ria e extraordin\u00e1ria; realiza\u00e7\u00e3o<br>pr\u00e1tica de uma reuni\u00e3o da CPATP.<br>12 &#8211; Primeiros socorros.<\/li>\n\n\n\n<li>Material necess\u00e1rio para emerg\u00eancia; tipos de emerg\u00eancias; como prestar primeiros socorros.<br>13 &#8211; An\u00e1lise de riscos e impactos ambientais.<br>14 &#8211; No\u00e7\u00f5es b\u00e1sicas sobre produtos perigosos.<br>ANEXO IV<br>PRODUTOS REGULAMENTOS<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>\u00d3leos Conven\u00e7\u00e3o MARPOL 73 \/ 78, Anexo I. Lei n\u00ba 9.966\/2000<br>(Lei do \u00d3leo)<\/li>\n\n\n\n<li>Gases<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>C\u00f3digo Internacional para Constru\u00e7\u00e3o e Equipamentos de<br>Navios que transportam Gases Liquefeitos a Granel (IGC<br>Code).<\/li>\n\n\n\n<li>C\u00f3digo para Constru\u00e7\u00e3o e Equipamentos de Navios que<br>Transportam Gases Liquefeitos a Granel (Gas Carrier Code<\/li>\n\n\n\n<li>GC Code).<\/li>\n\n\n\n<li>C\u00f3digo para Navios Existentes que Transportam Gases<br>Liquefeitos a Granel (Existing Ships Code).<br>3- Qu\u00edmicos perigosos com subst\u00e2ncias l\u00edquidas nocivas.<\/li>\n\n\n\n<li>Regras para o Controle da Polui\u00e7\u00e3o por Subst\u00e2ncias<br>L\u00edquidas Nocivas Transportadas a Granel (Conven\u00e7\u00e3o<br>MARPOL \/73\/78, Anexo II).<\/li>\n\n\n\n<li>C\u00f3digo para Constru\u00e7\u00e3o de Navios e Equipamentos que<br>Transportam Produtos Qu\u00edmicos a Granel (BCH Code).<\/li>\n\n\n\n<li>C\u00f3digo Internacional Para Constru\u00e7\u00e3o de Navios e<br>Equipamentos que transportam Produtos Qu\u00edmicos a Granel<br>(IBC Code).<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Subst\u00e2ncias embaladas, materiais e artigos perigosos ou<br>potencialmente perigosos, incluindo res\u00edduos e prejudiciais<br>ao meio ambiente<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>C\u00f3digo Mar\u00edtimo Internacional para Transporte de<br>Mercadorias Perigosas &#8211; (IMDG Code) da IMO<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Materiais s\u00f3lidos que possuam riscos qu\u00edmicos e materiais<br>s\u00f3lidos a granel, incluindo res\u00edduos.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>C\u00f3digo de Pr\u00e1ticas Seguras para Cargas S\u00f3lidas a Granel &#8211;<br>BC Code da IMO, Ap\u00eandice B<br>ANEXO V<br>MERCADORIAS PERIGOSAS<br>CLASSE 1 &#8211; EXPLOSIVOS<br>DIVIS\u00c3O DESCRI\u00c7\u00c3O DA SUBST\u00c2NCIA OU ARTIGO<br>1.1 Subst\u00e2ncias ou produtos que apresentam um risco de explos\u00e3o de toda a massa<br>1.2 Subst\u00e2ncias ou produtos que apresentam um risco de proje\u00e7\u00e3o, mas n\u00e3o um risco de explos\u00e3o de toda<br>a massa<br>1.3<br>Subst\u00e2ncias e produtos que apresentam um risco de igni\u00e7\u00e3o e um risco de que se produzam pequenos<br>efeitos de onda de choque ou proje\u00e7\u00e3o, ou de ambos os efeitos, mas que n\u00e3o apresentam um risco de<br>explos\u00e3o de toda a massa<br>1.4 Subst\u00e2ncias e produtos que n\u00e3o apresentam qualquer risco consider\u00e1vel<br>1.5 Subst\u00e2ncias e produtos muito insens\u00edveis e produtos que apresentam um risco de explos\u00e3o de toda a<br>massa.<br>1.6 Produtos extremamente insens\u00edveis que n\u00e3o apresentam risco de explos\u00e3o de toda a massa.<br>CLASSE 2 &#8211; GASES COMPRIMIDOS, LIQUEFEITOS, DISSOLVIDOS SOB PRESS\u00c3O<br>DIVIS\u00c3O DESCRI\u00c7\u00c3O DA SUBST\u00c2NCIA OU ARTIGO<br>2.1 Gases inflam\u00e1veis<br>2.2 Gases n\u00e3o inflam\u00e1veis, n\u00e3o venenosos.<br>2.3 Gases venenosos (t\u00f3xicos)<br>CLASSE 3 &#8211; L\u00cdQUIDOS INFL\u00c1MAVEIS<br>DESCRI\u00c7\u00c3O DA SUBST\u00c2NCIA OU ARTIGO<br>L\u00edquidos inflam\u00e1veis com ponto de fulgor baixo: compreende os l\u00edquidos cujo ponto de fulgor \u00e9<br>inferior a -18o C (0o F).<br>L\u00edquidos inflam\u00e1veis com ponto de fulgor m\u00e9dio: compreende os l\u00edquidos cujo ponto de fulgor \u00e9 igual<br>ou superior a -18o C (0o F) e inferior a 23o C (73o F).<br>L\u00edquidos inflam\u00e1veis com ponto de fulgor alto: compreende os l\u00edquidos cujo ponto de fulgor \u00e9 igual<br>ou superior a 23o C (73o F) por\u00e9m n\u00e3o superior a 61o C (141o F).<br>CLASSE 4 &#8211; S\u00d3LIDOS INFLAM\u00c1VEIS, SUBST\u00c2NCIAS SUJEITAS \u00c0 COMBUST\u00c3O ESPONT\u00c2NEA,<br>SUBST\u00c2NCIAS QUE, EM CONTATO COM A \u00c1GUA, EMITEM GASES INFLAM\u00c1VEIS<br>DIVIS\u00c3O DESCRI\u00c7\u00c3O DA SUBST\u00c2NCIA OU ARTIGO<br>4.1<br>S\u00f3lidos sujeitos \u00e0 r\u00e1pida combust\u00e3o imediata e s\u00f3lidos que podem causar igni\u00e7\u00e3o mediante fric\u00e7\u00e3o;<br>auto-reativos (s\u00f3lidos e l\u00edquidos) e subst\u00e2ncias relacionadas; explosivos neutralizados (rea\u00e7\u00e3o<br>exot\u00e9rmica).<br>4.2 Subst\u00e2ncias sujeitas \u00e0 combust\u00e3o espont\u00e2nea.<br>4.3 Subst\u00e2ncias que, em contato com a \u00e1gua, emitem gases inflam\u00e1veis.<br>CLASSE 5 &#8211; SUBST\u00c2NCIAS OXIDANTES, PER\u00d3XIDOS ORG\u00c2NICOS<br>DIVIS\u00c3O DESCRI\u00c7\u00c3O DA SUBST\u00c2NCIA OU ARTIGO<br>5.1 Subst\u00e2ncias (Agentes) oxidantes<br>5.2 Per\u00f3xidos org\u00e2nicos<br>CLASSE 6 &#8211; SUBST\u00c2NCIAS VENENOSAS (T\u00d3XICAS), SUBST\u00c2NCIAS INFECTANTES.<br>DIVIS\u00c3O DESCRI\u00c7\u00c3O DA SUBST\u00c2NCIA OU ARTIGO<br>6.1 Subst\u00e2ncias venenosas (t\u00f3xicas)<br>6.2 Subst\u00e2ncias infectantes<br>CLASSE 7 &#8211; MATERIAIS RADIOATIVOS<br>CLASSE 8 \u2013 SUBST\u00c2NCIAS CORROSIVAS<br>CLASSE 9 &#8211; SUBST\u00c2NCIAS PERIGOSAS DIVERSAS<br>Observa\u00e7\u00f5es: (*)<br>A CLASSE 3 \u2013 L\u00cdQUIDOS INFLAMAVEIS n\u00e3o possui as \u201cDIVIS\u00d5ES\u201d 3.1, 3.2 e 3.3; de acordo com as seguintes<br>publica\u00e7\u00f5es:<br>a) RECOMMENDATION ON THE TRANSPORT OF DANGEROUS GOOD \u2013 MODEL REGULATIONS \u2013<br>TWELFTH REVISED EDITION;<br>b) IMDG CODE \u2013 2000 EDITION \u2013 AMENDMENT 30.00; e<br>c) RESOLU\u00c7\u00c3O 420 da ANTT.<br>ANEXO VI &#8211; SIMBOLOS PADRONIZADOS PELA I.M.O.<br>ETIQUETAS<br>CLASSE 1<br>CLASSE 2<br>CLASSE 3<br>** Local para indica\u00e7\u00e3o da subclasse &#8211; para ser para ser<br>deixado sem inscri\u00e7\u00e3o se o explosivo tem risco subsidi \u00e1rio.<\/li>\n\n\n\n<li>Local para indica \u00e7\u00e3o do grupo de compatibilidade &#8211; para ser<br>deixado sem inscri\u00e7\u00e3o se o explosivo tem risco subsidi \u00e1rio.<br>CONTINUA\u00c7\u00c3O<br>CLASSE 4<br>CLASSE 5<br>CLASSE 6<br>SUBST\u00c2NCIA<br>INFECTANTE<br>CONTINUA\u00c7\u00c7\u00c3O<br>CLASSE 7<br>CLASSE 8<br>CLASSE 9<br>RADIOATIVO II RADIOATIVO RADIOATIVO III RADIOATIVO III II<br>F\u00cdSSIL<br>CONTINUA\u00c7\u00c3O<br>MARCA DE POLUENTE<br>MARINHO<br>SINAL DE<br>TEMPERATURA ELEVADA<br>FUMIGA\u00c7\u00c3O<br>SINAL DE ADVERT\u00caNCIA<br>ESTA UNIDADE EST\u00c1 SOB FUMIGA\u00c7\u00c3O<br>COM <strong><em><strong><em>___________APLICADO DATA ___<\/em><\/strong><\/em><\/strong><br>HORA <strong><em>_<\/em><\/strong><br>N\u00c3O ENTRE<\/li>\n\n\n\n<li>COMPLETE OS ESPA\u00c7\u00c7OS DE FORMA APROPRIADA<br>PERIGO<br>POLUENTE MARINHO<br>CLASSE 1 &#8212; SUBST\u00c2NCIAS<br>EXPLOSIVAS OU ARTIGOS<br>(N\u00ba 1)<br>DIVIS\u00d5ES 1.1, 1.2 e 1.3<br>S\u00edmbolo (Bomba explodindo): em preto, fundo em laranja: n\u00famero 1 no canto inferior<br>(N\u00ba 1.4)<br>DIVIS\u00c3O 1.4<br>(N\u00ba 1.5)<br>DIVIS\u00c3O 1.5<br>(N \u00ba 1.6)<br>DIVIS\u00c3O 1.6<br>Fundo: em laranja<br>N\u00fameros em preto e devem ter 30 mm de altura por 5 mm de largura ( para um r\u00f3tulo<br>medindo 100 mm X 100 mm). N\u00famero 1 no canto inferior.<br>** Local para indica\u00e7\u00e3o da subclasse &#8211; para ser para ser deixado sem inscri \u00e7\u00e3o se o<br>explosivo tem risco subsidi\u00e1rio.<\/li>\n\n\n\n<li>Local para indica\u00e7\u00e3o do grupo de compatibilidade &#8211; para ser deixado sem inscri \u00e7\u00e3o<br>se o explosivo tem risco subsidi \u00e1rio.<br>CLASSE 2 &#8211; GASES<br>(N\u00ba 2.1)<br>CLASSE 2.1 &#8211; GASES INFLAM\u00c1VEIS<br>S\u00edmbolo &#8211; Chama em preto ou branco<br>Fundo em vermelho &#8211;<\/li>\n\n\n\n<li>nn\u00fa\u00famero 2 no canto inferior<br>(N\u00ba 2.2)<br>CLASSE 2.2 &#8211; GASES N\u00c3O INFLAM\u00c1VEIS E N\u00c3O T\u00d3XICOS<br>S\u00edmbolo &#8211; Cilindro de g\u00e1 s preto ou branco<br>Fundo em verde &#8211; n\u00famero 2 no canto inferior<br>CLASSE 2.3 &#8211; GASES T\u00d3XICOS<br>(N\u00ba 2.3)<br>CLASSE 2.3 &#8211; GASES T\u00d3XICOS<br>S\u00edmbolo: Caveira em preto.<br>Fundo em branco<br>n\u00famero 2 no canto inferior<br>CLASSE 3 &#8211; L\u00cdQUIDOS INFLAM\u00c1VEIS<br>(N\u00ba 3)<br>CLASSE 3 &#8211; L\u00cdQUIDOS INFLAM \u00c1VEIS<br>S\u00edmbolo: Chama em preto ou branco<br>Fundo vermelho<br>nn\u00fa\u00famero 3 no canto inferior<br>CLASSE 4<br>(N\u00ba 4.1)<br>CLASSE 4.1 &#8211; S\u00d3LIDOS INFLAM\u00c1VEIS<br>SS\u00ed<br>\u00edmbolo &#8211;<\/li>\n\n\n\n<li>chama em preto<br>Fundo branco com sete listas verticais vermelhas<br>n\u00famero 4 no canto inferior<br>(N\u00ba 4.2)<br>CLASSE 4.2 &#8211;<\/li>\n\n\n\n<li>SUBST\u00c2NCIAS SUJEITAS A<br>COMBUST\u00c3O ESPONT\u00c2NEA<br>S\u00edmbolo &#8211; Chama em preto<br>Fundo metade superior branca e<br>metade inferior vermelha<br>nn\u00fa\u00famero 4 no canto inferior<br>CLASSE 4<br>(N(N\u00ba\u00ba 4.3)<br>CLASSE 4.3 &#8212; SUBST\u00c2NCIAS QUE EM<br>CONTATO COM A \u00c1GUA EMITEM GASES<br>INFLAM\u00c1VEIS<br>S\u00edmbolo &#8211; chama preta ou branca<br>Fundo azul<br>n\u00famero 4 no canto inferior<br>CLASSE 5 &#8211; SUBST\u00c2NCIAS<br>OXIDANTES<br>(N\u00ba 5.1)<br>CLASSE 5.1 &#8211;<\/li>\n\n\n\n<li>SUBST\u00c2NCIAS OXIDANTES<br>S\u00edmbolo &#8212; chama sobre c\u00edrculo em preto<br>Fundo amarelo<br>n\u00famero 5.1 no canto inferior<br>(N\u00ba 5.2)<br>CLASSE 5.2 &#8211; PER\u00d3XIDOS ORG\u00c2NICOS<br>S\u00edmbolo &#8211; chama sobre c \u00edrculo em preto<br>Fundo amarelo<br>nn\u00fa\u00famero 5.2 no canto inferior<br>CLASSE 6 &#8211; SUBST\u00c2NCIAS T\u00d3XICAS<br>(N(N\u00ba\u00ba 6.1)<br>CLASSE 6.1 &#8211;<\/li>\n\n\n\n<li>SUBST\u00c2NCIAS T\u00d3\u00d3XICAS<br>S\u00edmbolo &#8211; caveira em preto<br>Fundo branco<br>n\u00famero 6 no canto inferior<br>(N(N\u00ba\u00ba 6.2)<br>CLASSE 6.2 &#8211;<\/li>\n\n\n\n<li>SUBST\u00c2NCIAS INFECTANTES<br>A metade inferior da etiqueta deve ter a inscri \u00e7\u00e3o<br>SUBST\u00c2NCIA INFECTANTE e em caso de dano<br>ou vazamento comunicar imediatamente a<br>autoridade de sa\u00fade p \u00fablica.<br>S\u00edmbolo: tr\u00eas meia-luas crescentes superpostos<br>em um c\u00edrculo e inscri\u00e7\u00f5es em preto<br>Fundo branco<br>n\u00famero 6 no canto inferior<br>SUBST\u00c2NCIA<br>INFECTANTE<br>CLASSE 7 &#8211; MATERIAL<br>RADIOATIVO<br>(N(N\u00ba\u00ba 7A)<br>Categoria I &#8211; Branco<br>S\u00edmbolo &#8211; Trif\u00f3lio em preto, fundo branco.<br>Texto obrigat\u00f3rio em preto na metade<br>inferior da etiqueta contendo:<br>RADIOATIVO<br>Conte\u00fado \u2026\u2026<br>Atividade\u2026\u2026.<br>Uma barra vertical vermelha ap\u00f3s a<br>palavra RADIOATIVO; e o n\u00famero 7 no<br>canto inferior<br>(N\u00ba 7B)<br>Categoria II &#8212; Amarelo<br>(N\u00ba 7C)<br>Categoria III &#8211; Amarelo<br>S\u00edmbolo &#8211; Trif\u00f3lio em preto, fundo<br>branco. Texto obrigat\u00f3\u00f3rio em preto na<br>metade inferior da etiqueta contendo:<br>RADIOATIVO<br>Conte\u00fado \u2026\u2026<br>Atividade\u2026\u2026.<br>num ret\u00e2ngulo em preto: \u00cdndice de<br>transporte<br>Duas barras verticais em<br>vermelho ap\u00f3s a palavra<br>RADIOATIVO<br>n\u00famero 7 no canto inferior<br>RADIOATIVO I<br>I<br>RADIOATIVO II RADIOATIVO III III<br>CONTENTS<br>ACITIVITY<br>Duas barras verticais em<br>vermelho ap\u00f3s a palavra<br>RADIOATIVO<br>n\u00famero 7 no canto inferior<br>CLASSE 7 &#8211; MATERIAL F\u00cdSSIL<br>(N\u00ba 7E)<br>Fundo Branco<br>Texto (obrigat\u00f3rio) em preto na parte<br>superior da etiqueta escrito: F\u00cd\u00cdSSIL<br>Na metade inferior da etiqueta, num<br>ret\u00e2ngulo em preto: \u00cdNDICE DE<br>SEGURAN\u00c7<br>A CR\u00cdTICA.<br>n\u00famero 7 no canto inferior<br>F\u00cd\u00cdSSIL<br>\u00cdNDICE DE<br>SEGURAN \u00c7A<br>CR \u00cdTICA<br>CLASSE 8 &#8211; SUBST\u00c2NCIAS<br>CORROSIVAS<br>(N(N\u00ba\u00ba 8) 8)<br>S\u00edmbolo: L \u00edquidos pingando de dois<br>recipientes de vidro atacando um<br>peda\u00e7o de metal e uma m\u00e3o em preto<br>Fundo: metade superior em branco e<br>metade inferior em preto com bordas<br>em branco.<br>n\u00famero 8 no canto inferior<br>CLASSE 9 &#8211; MISTURA DE<br>SUBST\u00c2NCIAS E ARTIGOS<br>PERIGOSOS<br>(N\u00ba 9)<br>S\u00edmbolo: sete listas verticais na metade<br>superior da etiqueta em preto<br>Fundo: branco.<br>n\u00famero 9 sublinhado no canto inferior<br>ANEXO VII<br>DECLARA\u00c7\u00c3O DE MERCADORIAS PERIGOSAS<br>EXPEDIDOR N\u00daMERO DE REFER\u00caNCIA<br>CONSIGNAT\u00c1RIO TRANSPORTADOR<br>Declara\u00e7\u00e3o de Arruma\u00e7\u00e3o Cont\u00eainer \/ Ve\u00edculo NOME \/ CARGO, ORGANIZA\u00c7\u00c3O DO SIGNAT\u00c1RIO.<br>DECLARA\u00c7\u00c3O: Local e Data<br>Declaro que a arruma\u00e7\u00e3o do Cont\u00eainer \/ ve\u00edculo est\u00e1 de<br>acordo com o disposto na Introdu\u00e7\u00e3o Geral do IMDG<br>Code, par\u00e1grafo 12.3.7 ou 17.7.7.<br>Assinatura e Nome do Embalador<br>Nome do Navio \/ Viagem no Porto de Carga (Reservado para texto e outras informa\u00e7\u00f5es)<br>Porto de Carga<br>Marca e n\u00famero, quando<br>aplic\u00e1vel, identifica\u00e7\u00e3o ou<br>n\u00famero de registro da unidade.<br>N<br>o<br>e tipo de embalagens, nome de<br>expedi\u00e7\u00e3o \/ nome t\u00e9cnico correto,<br>classe, divis\u00e3o de risco, N<br>o<br>ONU,<br>Grupo de embalagem \/ envase, Ponto<br>de fulgor (o<br>C c.f.), temperatura de<br>controle e de emerg\u00eancia,<br>identifica\u00e7\u00e3o de mercadoria como<br>Poluentes Marinhos procedimentos<br>de emerg\u00eancia (EmS \/ Fem) e<br>procedimentos de primeiros socorros<br>(MFAG).<br>Peso Bruto<br>Peso<br>L\u00edquido<br>Mercadorias Transportadas<br>como:<br>oCarga Heterog\u00eanea<br>o Carga Homog\u00eanea<br>o Embalagens para<br>Graneis<br>Tipo de Unidade<br>Cont\u00eainer: Aberto o<br>Fechado o<br>OBS: &#8211; Nomes comerciais, somente, n\u00e3o s\u00e3o permitidos.<\/li>\n\n\n\n<li>Quando for o caso, as express\u00f5es: RES\u00cdDUO QUANTIDADE LIMITADA ou VAZIO.<br>SEM LIMPAR, dever\u00e3o constar junto aos nomes t\u00e9cnicos dos produtos.<br>Informa\u00e7\u00f5es Adicionais:<br>DECLARA\u00c7\u00c3O: Nome \/ Cargo, Companhia \/ Organiza\u00e7\u00e3o do Signat\u00e1rio<br>Pelo presente documento, declaro que os nomes t\u00e9cnicos<br>corretos, nome de expedi\u00e7\u00e3o acima indicados<br>correspondem com exatid\u00e3o ao conte\u00fado dessa remessa<br>estando classificadas, embaladas (embalagens aprovadas),<br>marcadas, rotuladas e est\u00e3o sob todos os aspectos em<br>condi\u00e7\u00f5es adequadas para o transporte, de acordo com as<br>normas nacionais e internacionais.<br>Local e Data:<br>Assinatura e Nome do Expedidor<br>ANEXO VIII<br>MODELO DE FICHA DE EMERG\u00caNCIA<br>EXPEDIDOR FICHA DE EMERG\u00caNCIA S\u00cdMBOLO DE RISCO<br>Nome do Produto<br>Tel.:<br>N\u00famero da ONU<br>Aspecto:<br>RISCOS<br>FOGO:<br>SA\u00daDE:<br>AMBIENTE:<br>EM CASO DE ACIDENTE<br>SE ISTO OCORRER FA\u00c7A ISTO<br>Vazamento<br>Fogo<br>Polui\u00e7\u00e3o<br>Envolvimento de pessoas<br>Informa\u00e7\u00f5es do M\u00e9dico<br>ANEXO IX \u2013 CARGAS PERIGOSAS<br>TABELA DE SEGREGA\u00c7\u00c3O<br>CLASSE 1.1 1.2<br>1.5 1.3 1.4 2.1 2.2 2.3 3 4.1 4.2 4.3 5.1 5.2 6.1 6.2 7 8 9<br>Explosivos<br>1.1, 1.2, 1.5 * * * 4 2 2 4 4 4 4 4 4 2 4 2 4 x<br>Explosivos<br>1.3 * * * 4 2 2 4 3 3 4 4 4 2 4 2 2 x<br>Explosivos<br>1.4 * * * 2 1 1 2 2 2 2 2 2 x 4 2 2 x<br>Gases inflam\u00e1veis<br>2.1 4 4 2 x x x 2 1 2 x 2 2 x 4 2 1 x<br>Gases n\u00e3o t\u00f3xicos, n\u00e3o inflam\u00e1veis<br>2.2 2 2 1 x x x 1 x 1 x x 1 x 2 1 x x<br>Gases venenosos<br>2.3 2 2 1 x x x 2 x 2 x x 2 x 2 1 x x<br>L\u00edquidos inflam\u00e1veis<br>3<br>4 4 2 2 1 2 X x 2 1 2 2 x 3 2 x x<br>S\u00f3lidos inflam\u00e1veis<br>4.1 4 3 2 1 x x X x 1 x 1 2 x 3 2 1 x<br>Subst\u00e2ncias sujeitas \u00e0 combust\u00e3o<br>espont\u00e2nea<br>4.2<br>4 3 2 2 1 2 2 1 x 1 2 2 1 3 2 1 x<br>Subst\u00e2ncias que s\u00e3o perigosas quando<br>molhadas<br>4.3<br>4 4 2 x x x 1 x 1 x 2 2 x 2 2 1 x<br>Subst\u00e2ncias oxidantes<br>5.1 4 4 2 2 x x 2 1 2 2 x 2 1 3 1 2 x<br>Per\u00f3xidos org\u00e2nicos<br>5.2 4 4 2 2 1 2 2 2 2 2 2 x 1 3 2 2 x<br>Venenos<br>6.1 2 2 x x x x X x 1 x 1 1 x 1 x x x<br>Subst\u00e2ncias infecciosas<br>6.2 4 4 4 4 2 2 3 3 3 2 3 3 1 x 3 3 x<br>Materiais radiativos<br>7<br>2 2 2 2 1 1 2 2 2 2 1 2 x 3 x 2 x<br>Corrosivos<br>8<br>4 2 2 1 x x X 1 1 1 2 2 x 3 2 x x<br>Subst\u00e2ncias perigosas diversas<br>9<br>x x x x x x X x x x x x x x x x x<br>N\u00fameros e s\u00edmbolos relativos aos seguintes termos conforme definidos na se\u00e7\u00e3o 15 para a<br>introdu\u00e7\u00e3o geral do IMDG Code:<br>1 &#8211; \u201cLonge de\u201d<br>2 &#8211; \u201cSeparado de\u201d<br>3 &#8211; \u201cSeparado por um compartimento completo\u201d<br>4 &#8211; \u201cSeparado longitudinalmente por um compartimento completo\u201d<br>x &#8211; a segrega\u00e7\u00e3o caso haja, \u00e9 indicada na ficha individual da subst\u00e2ncia no IMDG.<\/li>\n\n\n\n<li>&#8211; n\u00e3o \u00e9 permitida a armazenagem na \u00e1rea portu\u00e1ria.<br>ANEXO IX \u2013 CARGAS PERIGOSAS (Continua\u00e7\u00e3o)<br>SENTIDO DA SEGREGA\u00c7\u00c3O TIPO DE<br>SEGREGA\u00c7\u00c3O LONGITUDINAL TRANSVERSAL VERTICAL<br>Tipo 1 N\u00e3o h\u00e1 restri\u00e7\u00f5es N\u00e3o h\u00e1 restri\u00e7\u00f5es Permitido um remonte<br>Tipo 2 Um espa\u00e7o para cont\u00eainer ou<br>cont\u00eainer neutro<br>Um espa\u00e7o para cont\u00eainer ou<br>cont\u00eainer neutro<br>Proibido o remonte<br>Tipo 3 Um espa\u00e7o para cont\u00eainer ou<br>cont\u00eainer neutro<br>Dois espa\u00e7os para cont\u00eaineres ou<br>dois cont\u00eaineres neutros<br>Proibido o remonte<br>Tipo 4 \u00c0 dist\u00e2ncia de pelo menos 24<br>metros<br>A dist\u00e2ncia de pelo menos 24<br>metros<br>Proibido o remonte<br>Tipo x N\u00e3o h\u00e1 nenhuma recomenda\u00e7\u00e3o geral. Consultar a ficha correspondente em cada produto<br>OBSERVA\u00c7\u00d5ES:<br>a) A tabela de segrega\u00e7\u00e3o anexa, est\u00e1 baseada no quadro de<br>segrega\u00e7\u00e3o do C\u00f3digo Mar\u00edtimo Internacional de<br>Mercadorias Perigosas &#8211; IMDG\/CODE-IMO.<br>b) Um \u201cespa\u00e7o para cont\u00eaineres\u201d, significa uma dist\u00e2ncia de<br>pelo menos 6 metros no sentido longitudinal e pelo menos 2,4<br>metros no sentido transversal do armazenamento.<br>c) Cont\u00eainer neutro significa cofre com carga compat\u00edvel<br>com o da mercadoria perigosa (ex: Cont\u00eainer com carga geral<\/li>\n\n\n\n<li>n\u00e3o alimento).<br>d) N\u00e3o ser\u00e1 permitido o armazenamento na \u00e1rea portu\u00e1ria de<br>explosivos em geral (Classe 1), radiativos (Classe 7) e<br>t\u00f3xicos infectantes (Classe 6.2).<\/li>\n<\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fa\u00e7a o download da NR 29 Norma Regulamentadora de Seguran\u00e7a e Sa\u00fade no Trabalho Portu\u00e1rio Portarias de Altera\u00e7\u00e3o:Portaria SSST n.\u00ba 53, de 17 de dezembro de 1997 29\/12\/97Portaria SSST n.\u00ba 18, de 30 de mar\u00e7o de 1998 02\/04\/98 (Rep. 03\/09\/98)Portaria SIT n.\u00ba 17, de 12 de julho de 2002 12\/07\/02Portaria SIT n.\u00ba 158, de 10 de abril de 2006-05-10 17\/04\/06NR &#8230; <a href=\"https:\/\/vps298.e-consulters.com.br\/template2025\/blog\/nr-29-seguranca-e-saude-no-trabalho-portuario\/\" class=\"more-link\">Ler Mais<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":46820,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[868,887],"tags":[],"class_list":["post-46773","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-blog","category-normas-nbr"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/vps298.e-consulters.com.br\/template2025\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/46773","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/vps298.e-consulters.com.br\/template2025\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/vps298.e-consulters.com.br\/template2025\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/vps298.e-consulters.com.br\/template2025\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/vps298.e-consulters.com.br\/template2025\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=46773"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/vps298.e-consulters.com.br\/template2025\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/46773\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/vps298.e-consulters.com.br\/template2025\/wp-json\/wp\/v2\/media\/46820"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/vps298.e-consulters.com.br\/template2025\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=46773"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/vps298.e-consulters.com.br\/template2025\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=46773"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/vps298.e-consulters.com.br\/template2025\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=46773"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}